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Capítulo 0873 - O Encontro com a Escolhida da Noite

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Tenham uma boa leitura!]


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Depois de escutar aquele nome e ficar em choque, Momoa permaneceu em silêncio por alguns instantes, mas seus olhos fixos em Amara denunciavam a batalha interna que travava. A jovem diante dele não era apenas poderosa… Ela era uma lembrança viva de histórias, de lendas e de encontros que ele teve ainda quando jovem, antes de ser enviado para o futuro. Contudo havia algo diferente nela, algo que o desconcertava ainda mais e o deixava extremamente preocupado, tenso e impressionado: A força que emanava dela parecia rivalizar com a sua, talvez, até o superasse, dependendo do quanto ela estava ocultando seu verdadeiro nível, mesmo que ela tivesse apenas dezesseis anos.


Amara, por sua vez, notou o olhar prolongado de Momoa e estreitou os olhos, avaliando-o enquanto media-o dos pés à cabeça. Seu rosto jovem e belo carregava uma expressão de desconforto, como se ela sentisse que havia algo fora do lugar.


“Você está me encarando demais, gigante…” Ela disse, com uma voz cortante, enquanto cruzava os braços e completava: “Não é comum alguém agir assim comigo. Acha que me conhece? Ou está apenas impressionado?”


Momoa hesitou, de novo, por um breve momento, mas ele sabia que esconder suas reações não era seu ponto forte. Ele então respirou fundo, tentando organizar seus pensamentos antes de responder: “Eu... Sim. Eu te conheço. De um jeito ou de outro, nos encontramos antes.”


Amara inclinou levemente a cabeça, intrigada com a resposta. Havia uma ponta de curiosidade em seus olhos e ela buscava se lembrar daquele rosto, mas não conseguia. Mas também havia algo mais profundo, uma inquietação que ela não demonstrava abertamente. 


“Nos encontramos antes?” Ela repetiu, com um tom que misturava ceticismo e sarcasmo: “Não me lembro de você. E eu certamente me lembraria de alguém tão grande e estranho quanto você.”


A resposta direta e fria dela fez Momoa estreitar os olhos. Ele não era facilmente abalado por palavras, mas a confiança dela era algo único. Ainda assim, ele não recuou. 


“Talvez você ainda não tenha vivido o que eu conheço de você...” Ele respondeu, com sua voz carregada de um peso que ela não pôde ignorar e mistério.


“Talvez...” Ele fez uma pausa, com suas palavras pairando no ar como um enigma: “Você esteja em um tempo antes de tudo isso acontecer.”


Essas palavras fizeram Amara franzir a testa. Sua mente afiada começou a trabalhar rapidamente, conectando pontos que outras pessoas talvez nunca tivessem notado ou nunca fariam. Ela imediatamente deu um passo à frente, com sua aura opressiva pressionando Momoa como uma bigorna, como se testasse a resistência dele.


“Um tempo antes… Interessante.” Ela murmurou para si mesma, com seus olhos escurecendo enquanto algo começava a fazer sentido.


“Meu tio…” Amara disse, quase como um sussurro. Sua expressão havia mudado, um misto de compreensão e irritação surgiu em sua face enquanto ela falava: “Daren. Ele criou algo… Uma técnica para manipular o tempo. A Singularidade.”


Momoa não respondeu imediatamente, mas o leve endurecimento de sua expressão confirmou suas suspeitas. Ele queria brincar com a garota que se achava acima de tudo, bagunçar a sua mente e ganhar de alguma forma dela, mas sua intenção foi derrubada tão rápido quanto um raio cai do céu.


“Haha…” Amara soltou uma risada curta, um som que carregava tanto frustração quanto diversão.


“Então é isso…” Ela concluiu logo em seguida, apertando os braços e olhando para Momoa com um brilho afiado nos olhos: “Você veio de outro tempo. Talvez até de um futuro onde eu existo… Isso é engraçado. Você me conhece, mas eu não conheço você.” 


Ela inclinou a cabeça novamente, com um sorriso ligeiramente cruel cruzando seus lábios enquanto dizia: “Isso significa que você sabe mais sobre mim do que deveria. Interessante. Mas me diga, gigante, o que você pensa de mim? Essa versão minha que você conhece… É tão impressionante quanto eu penso que é?”


Momoa respirou fundo, tentando acalmar o turbilhão de pensamentos em sua mente. A arrogância da garota era imensa e ele queria muito dizer para ela o contrário, mas seu respeito à pessoa que ela foi, ou será, naquele caso, o impedia de mentir como gostaria.


“Impressionante?” Ele repetiu, com uma leve amargura em sua voz. Seu rosto entortava enquanto ele cuspia as palavras amargas que saiam de boca: “Você é muito mais do que impressionante, garota. No meu tempo, você é uma lenda. Uma força que rivaliza até com Gold. Seu nome é temido e reverenciado, dependendo de onde é pronunciado. Mas também… Há histórias de sua arrogância. Da sua frieza. De como você parecia amar o conflito mais do que a paz.”


Amara estreitou os olhos na última, mas não parecia ofendida. Na verdade, ela parecia satisfeita com a descrição. As palavras que deixaram um gosto amargo na boca de Momoa soaram doces para ela, um afago ao seu ego inflado.


“Arrogante, fria e amante de conflitos…” Ela repetiu, com um tom levemente sarcástico, antes de piscar o olho direito, fazer uma expressão de diversão, e dizer: “Parece que não mudei muito, então.”


Momoa balançou a cabeça, com sua voz ficando mais grave, e respondeu: “Não sei quem você é agora, Amara. Mas se você é algo como o que se tornou, deve saber que sua força é um peso tão grande quanto uma bênção.”


Amara deu uma risada curta, mas seus olhos permaneceram fixos nele, avaliando cada palavra. 


“Você fala como alguém que entende o que é carregar um peso…” Ela respondeu enquanto buscava em Momoa alguma semelhança com ela, e, após não achar o que buscava, continuou: “Mas eu sou diferente de você, gigante. Desde o momento em que nasci, o mundo já tremia ao meu redor. O que você vê como um peso, eu vejo como um direito.”


Momoa sentiu o sangue ferver levemente com a resposta. Ele deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles, e desabafou, irritado com a postura da garota: “Um direito? O poder não é um direito, garota. É uma responsabilidade. Você pode ser forte, mas essa força não existe apenas para você.”


Amara apenas sorriu, um sorriso que carregava um toque de desafio, deboche e pena.


“Palavras bonitas, gigante. Mas no final, a força é tudo o que importa. E, pelo que vejo, você não parece ser alguém que vive por palavras. Então, me diga…” Ela ergueu uma sobrancelha, com seu tom desafiador aumentando, e completou: “O que você está fazendo aqui? Vai apenas me olhar e filosofar sobre responsabilidade? Ou vai me mostrar se essa força que você carrega é digna de estar na minha presença?”


Momoa sentiu sua respiração acelerar levemente. A jovem era desafiadora, petulante, e tudo em sua postura gritava que ela estava pronta para testá-lo. Mas ele não era alguém que reagia por impulso em uma situação como aquela. Ele sabia que a força de Amara não era algo para ser subestimado, mesmo em tão tenra idade, e, mais importante, ele sabia que havia mais a aprender com ela antes de qualquer confronto.


“Não estou aqui para lutar com você…” Ele respondeu finalmente, com sua voz cheia de firmeza: “Ainda não. Mas saiba disso, Amara: No meu tempo, você era mais do que um nome ou um rosto. Era um símbolo. Se você é tão forte quanto acredita que é, não há motivos para sermos apressados.”


Amara, ao ouvir a tentativa de Momoa de evitar o confronto, estreitou os olhos, com um brilho perigoso surgindo neles. E o sorriso que se formou em seus lábios era tanto de diversão quanto de desafio. Para ela, fugir de um confronto não era uma opção, especialmente quando alguém tão interessante e cheio de segredos estava à sua frente.


“Ah, não vai lutar comigo? Ainda não, é isso?” Amara repetiu as palavras de Momoa com uma entonação quase zombeteira, inclinando levemente a cabeça enquanto dava um passo à frente, provocando-o a socá-la, e disse:“Você não entendeu, gigante. Quando eu quero algo, eu consigo. E, agora, eu quero ver o quão forte você realmente é.”


Momoa suspirou profundamente. Ele percebeu, com poucas palavras, que tentar convencê-la de outra forma seria inútil. Amara era uma força de vontade pura e inabalável, como uma tempestade que ninguém podia conter. Mas ele também sabia que não estava ali para provocar um caos desnecessário


“Não é sobre o que eu posso ou não fazer, garota…” Momoa respondeu, com a voz firme mas calma, como se tentasse apaziguar a tensão crescente: “É sobre o que importa. Uma luta agora não nos levará a nada. Você é jovem, talentosa e claramente muito forte. Mas não acha que existem formas melhores de provar sua força do que desafiar alguém que não está interessado?”


Amara ergueu uma sobrancelha, como se estivesse considerando suas palavras, mas o sorriso em seus lábios permaneceu: “Melhores formas? Talvez. Mas nada é mais satisfatório do que enfrentar e derrubar alguém como você. Um homem que conhece um futuro onde eu sou uma lenda… Um futuro onde, aparentemente, eu já provei meu valor inúmeras vezes. Me diga, gigante, o que poderia ser mais interessante do que testar isso agora?”


Antes que Momoa pudesse responder, Amara deu um passo rápido para frente, fechando ainda mais a distância entre os dois. Sua aura opressiva cresceu, e o ar ao redor dela parecia vibrar com uma energia crua e incomensurável. 


“Você não vai fugir disso, gigante…” Ela declarou, com sua voz carregada de uma determinação inabalável de conseguir o que queria: “Ou você me mostra sua força agora, ou eu farei você mostrá-la. A escolha é sua.”


Momoa apertou os punhos e olhou para os lados, lutando para manter o controle de sua paciência. Ele sabia que Amara não recuaria e buscava algum rosto na multidão que pudesse controlá-la, mas sem sucesso. Aquela garota era um redemoinho de poder e orgulho, e o mais irritante era que ela tinha razão. Enfrentá-la poderia ser a única maneira de fazê-la ouvir.


Ele então ergueu os olhos e encontrou com os dela, com seus próprios olhos refletindo a sua raiva.


“Você é teimosa… Igual ao que dizem que seria…” Ele murmurou, antes de dar um passo à frente, com sua própria aura começando a crescer em resposta à dela.


Amara deu um sorriso feroz e seus olhos brilharam de excitação. 


“Finalmente!” Ela exclamou, enquanto sua energia se intensificava ainda mais: “Mostre-me do que você é feito, gigante. Quero ver se o futuro tem algo a ensinar sobre mim.”


Momoa, por sua vez, respirou fundo, preparando-se. Ele sabia que Amara não aceitaria nada menos do que sua força total, mas também sabia que enfrentá-la significava entrar em um território perigoso. Cada movimento teria que ser cuidadosamente calculado, porque a garota era imprevisível e ele simplesmente não sabia o que esperar dela.


Momoa não estava apenas enfrentando uma garota arrogante. Ele estava enfrentando uma manifestação da natureza em sua forma mais pura.


“Se é isso que você quer, Amara…” Momoa finalmente disse, enquanto sua aura explodia ao redor dele, fazendo o chão sob seus pés rachar: “Eu vou te mostrar o que significa desafiar alguém como eu.”


Amara sorriu ainda mais, e suas mão foram tomadas por uma energia escura enquanto ela respondia:: “Finalmente você está falando a minha língua, gigante.”




O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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