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Capítulo 0877 - O Legado da Fúria: Halfkor no Auge da Violência

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Tenham uma boa leitura!]


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Amara viu um monstro crescer sobre ela, a encarnação da violência se erguer como uma prisão de sofrimento de ela não podia mais escapar. A expressão da garota petulante mudou, a palidez cobriu a sua pele e seus olhos tremeram como se prevessem o que estava por vir. 


“Huff… Hufff…* O silêncio só era quebrado pelo som gutural da respiração de Halfkor, que parecia mais o ronco de um predador prestes a dilacerar sua presa. Seu olhar flamejante e perdido, como o de um lunático, não deixava dúvidas… Ele estava consumido pela raiva, e a destruição ao seu redor era apenas um reflexo pálido do caos que fervia dentro dele.


Momoa, ainda atordoado pelo impacto emocional de estar diante de seu próprio pai e pela força surreal que acabara de presenciar, deu um passo à frente e se aproximou do monstro. Ele abriu a boca, tentando dizer algo, talvez uma explicação ou até um apelo, mas Halfkor não estava interessado em ouvir ninguém.


“Eu já disse… Eu não me importo quem vocês são!” Halfkor rugiu, interrompendo Momoa, fazendo-o engolir as palavras que queriam sair de sua boca.


*Shiiiink.* Com Momoa perto dele, Halfkor, de repente, sem qualquer aviso, enfiou a mão na própria barriga. O som de carne rasgando e ossos deslocando ecoou no ambiente, seguido por uma luz fraca, mas insidiosa, que escapava da abertura que Halfkor criara em seu corpo. Um brilho verde radioativo iluminava a área ao redor, enquanto ele retirava lentamente uma adaga do interior de seu abdômen.


A lâmina pulsava em sua mão, como se estivesse viva. Aquela era uma arma antiga do Rei Esmeralda, forjada de um material que exalava uma energia mortal, tão poderosa que parecia corroer o próprio ar ao seu redor. A luz daquela adaga era intensa e intoxicante, deixando Momoa e Amara momentaneamente paralisados.


“Você quer falar, moleque?” Halfkor sussurrou, com um tom que parecia mais uma ameaça do que uma pergunta.


Depois, ao olhar nos olhos de Momoa, ele sentenciou: “Deixe-me calar sua boca… Para sempre.”


*Vuuuuuuuuup.* *Shlrrrrrrrrrrk.* Antes que Momoa pudesse reagir, Halfkor avançou com uma velocidade absurda e cravou a adaga em Momoa, enquanto deslizava a lâmina pela barriga de Momoa, do umbigo até o peito. A lâmina passou por carne, músculos e ossos como se não houvesse resistência, contaminando e destruindo, expondo os órgãos internos de Momoa em um instante brutal.


*Poof.* Momoa instantaneamente caiu de joelhos, com seus olhos arregalados enquanto um murmúrio de pura agonia escapava de seus lábios. Suas mãos instintivamente tentaram segurar as laterais de seu abdômen, mas era inútil… O estrago era completo. Sangue jorrava como uma fonte, misturando-se à radiação que ainda pulsava da ferida.


Halfkor olhou para ele com desdém, limpando o sangue da adaga em sua própria mão antes de guardá-la de volta na abertura em sua barriga, que começou a se fechar instantaneamente devido à sua regeneração. Ele virou-se para Amara, que, pela primeira vez, parecia genuinamente assustada.


“E você…” Halfkor disse, com sua voz agora no tom de um rosnado baixo e ameaçador. Ele avançou lentamente em direção a ela, como um leão cercando sua presa.


Amara levantou as mãos em um gesto de rendição. Seja lá o que for que Halfkor estava pensando em fazer, ela definitivamente não queria sentir.


“Espere!” Ela gritou, com sua voz tremendo levemente: “Você não entende! Estamos em uma…”


*Tap.* Antes que ela pudesse terminar, Halfkor estendeu a mão e agarrou seu rosto com força, com seus dedos se enterrando profundamente em sua pele. Ele a levantou no ar, calando-a instantaneamente enquanto sua enorme mão envolvia quase todo o rosto de Amara.


“Eu disse que não quero ouvir desculpas!” Halfkor rugiu, antes de prometer: “Vocês dois massacraram meu povo, destruíram meu reino… E agora pagarão com suas vidas!”  


*Baaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaang.* O primeiro soco de Halfkor acertou o rosto de Amara com uma força avassaladora. O impacto fez o ar ao redor explodir em uma onda de choque, e o som do golpe ressoou como um trovão. O nariz de Amara quebrou instantaneamente, jorrando sangue enquanto sua cabeça chicoteava para trás.


*Craaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaash.* Antes que ela pudesse sequer reagir, Halfkor a puxou para baixo e desferiu uma joelhada em seu abdômen. O impacto foi tão brutal que quebrou várias costelas de uma vez, e Amara soltou um grito sufocado enquanto o ar era forçado para fora de seus pulmões.


“Gosta de brincar com a morte, garota?” *Boooooooooooooooooooooooooooooom…* Halfkor sussurrou enquanto a jogava no chão com toda a força, criando uma cratera sob o impacto. 


*Boooooooooooooooooooooooooooooom…* Logo em seguida, ele caiu sobre ela, esmagando seu peito com o joelho enquanto desferia uma sequência de socos no rosto dela. Cada golpe era como o impacto de uma marreta, quebrando mais ossos, deixando cortes profundos e cobrindo o rosto de Amara com sangue.


O rosto desfigurado de Amara tentava passar um recado, dizer que tudo aquilo não era permanente, que ambos estavam em uma SIngularidade, mas Halfkor parecia surdo de corpo e mente, e cego a qualquer sinal que o impedisse de levar o inferno até os corpos e mentes daqueles que machucaram o seu povo.


Amara tentou reagir em desespero. Sua aura de escuridão se intensificou, mas Halfkor simplesmente rasgou através dela com as mãos nuas, ignorando completamente qualquer defesa que ela tentasse levantar. A cada tentativa de teletransporte ou manipulação gravitacional, ele a puxava de volta para seus golpes com precisão e força aterrorizantes.


*Baaaaaaaang. Baaaaaaaang.* Dois chutes laterais enviaram Amara voando, com seu corpo já completamente ensanguentado e irreconhecível. Ela colidiu contra uma rocha gigante, que explodiu em fragmentos ao seu redor.


Mole e exausta, com sua mente lutando contra a dor insuportável e a humilhação de ser esmagada por alguém tão brutal, ela tentou se levantar, mas caiu logo em seguida.


“Por que…” Ela murmurou, com a voz fraca e embargada, enquanto o sangue escorria de sua boca: “Por que eu sinto que vou morrer… Mesmo sabendo que isso é uma Singularidade?”


*Tap.* Enquanto a garota falava com seus próprio medos e conclusões, Halfkor apareceu na frente dela em um piscar de olhos. Ele a segurou pelo pescoço, levantando-a novamente, e a olhou nos olhos.


“Você merece sentir isso.” *Vuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuup.* Ele disse, antes de lançar Amara para o céu com toda a sua força.


*Craaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaash…* Ela subiu como um projétil, mas Halfkor a seguiu imediatamente, esmagando o chão com o seus pés enquanto tomava impulso para alcançá-la. E ele a alcançou no ar, já girando o corpo para acertar um chute ascendente diretamente em sua coluna.


*Craaaaaaaaaaaaaaaaaaack.* “Aaaaaaaaaaaaaaaaaargh…” Quando o pé de Halfkor pousou em seu alvo, o som da vértebra quebrando ecoou, e Amara gritou em agonia, antes de ser jogada de volta ao chão em uma queda livre devastadora.


*Booooooooooooooooooooooooooooooom...* O impacto criou uma cratera ainda maior, e Amara ficou imóvel no centro dela, com o corpo mutilado e tremendo. Ela não conseguia mover os braços nem as pernas, e seu rosto estava tão inchado e desfigurado que mal podia ser reconhecido.


*Tap.* Halfkor pousou lentamente ao lado dela, com sua respiração pesada, ainda insatisfeito. Ele olhou para o corpo quebrado de Amara e para Momoa, que ainda tentava segurar seus órgãos dentro do abdômen. E após olhar para o dois, ele ergueu a garoto do chão, segurando-a pelos cabelos, enquanto dava uma boa olhada no estrago que tinha feito, mas ansiava por mais.


“Eu vou matar vocês dois…” Halfkor disse, com sua voz ainda cheia de uma fúria gelada: “E vou fazer isso de forma tão lenta que cada segundo parecerá uma eternidade.”  


Amara, sentindo a morte se aproximar, fechou os olhos por um momento, quase aceitando seu destino. Mas mesmo no fundo de sua dor, um pensamento persistia.


“Ele é mais do que uma lenda… Ele é o fim.” Amara dizia, tentando ligar aquele monstro que estava diante dela ao rei que era adorado por todos, conhecido com clemente, generoso e bondoso. Na mente de Amara, o Rei Esmeralda parecia ser apenas uma fantasia que Halfkor usava para esconder o seu verdadeiro eu. Para esconder que por trás daquele ser carismático existia alguém cuja violência era algo tão natural quanto respirar.


Amara mal conseguia respirar. Seus pulmões pareciam comprimidos, e o mundo ao seu redor era um borrão de dor e confusão. Ela sentia o couro cabeludo queimando onde os dedos brutais de Halfkor seguravam seus cabelos com firmeza. O som do vento assobiando em seus ouvidos parecia um prelúdio para o inferno que ela estava prestes a enfrentar.


“Você quer flertar com a destruição?” Halfkor sussurrou, com sua voz carregada de um sarcasmo gelado: “Deixe-me mostrar o verdadeiro significado dela.”


Repentinamente, ele puxou Amara para cima com uma força que fez sua coluna estalar e, em um movimento rápido e impiedoso, ergueu o joelho.


*Baaaaaaaaaaaaang.* O primeiro impacto atingiu o rosto de Amara com uma força desumana. O som de ossos quebrando ecoou pela cratera, enquanto o nariz dela se desintegrou sob o golpe. O sangue jorrou como uma cascata, cobrindo o joelho de Halfkor e pingando no chão abaixo. A dor explodiu como um trovão em sua mente, e a garota soltou um grito estrangulado, mas não conseguiu completar, pois a agonia roubou-lhe o ar.


"Eu não consigo... Respirar..." A única frase que passava por sua mente era um pedido desesperado por oxigênio, mas até mesmo isso parecia distante. Seu corpo tremia de forma involuntária, tentando resistir ao colapso iminente.


Halfkor, porém, não deu tempo para que ela assimilasse a dor. 


*Craaaaaaaaaaaaash.* O segundo joelho subiu, mais rápido e com ainda mais força. Ele acertou o maxilar de Amara, deslocando-o de forma grotesca. Um som de algo sendo esmagado preencheu o ar, e os dentes da garota foram jogados como pedaços de vidro quebrado para fora de sua boca. Sua cabeça foi lançada para trás como uma boneca desarticulada, e os gritos de dor foram substituídos por um silêncio mórbido, enquanto sua mente lutava para entender o que ainda estava acontecendo.


"Por favor... Que acabe logo..." A resistência de Amara começava a se esvair. Pela primeira vez em sua vida, ela desejava que o fim viesse rápido, que a escuridão a consumisse e acabasse com a dor incessante. 


Halfkor, entretanto, a puxou novamente pelos cabelos, levantando-a até que seus pés mal tocassem o chão. E ele deu um sorriso selvagem, como se saboreasse cada segundo.


*Boooooooooom.* A terceira joelhada foi direto na testa dela, e o impacto fez sua visão explodir em flashes de luz branca e escuridão intermitente. Amara podia sentir os ossos de seu crânio cedendo, como se seu rosto estivesse sendo moldado sob o peso de Halfkor. Cada fragmento de sua mente gritava, não apenas pela dor física, mas pelo medo absoluto de estar diante de algo que ela não podia compreender ou controlar.


"Eu vou morrer..." O pensamento se repetia como um mantra sombrio. Mesmo sabendo que estavam em uma Singularidade, naquele momento, sua mente não conseguia mais distinguir entre o real e o imaginário. A dor era real demais, e o terror absoluto demais.


Halfkor, no entanto, não parou. Sua raiva não era saciada pela fraqueza ou pelo sofrimento. Ele queria mais. Ele precisava de mais.


*Craaaaaaaaaaaaaaaaash.* A Quarta joelhada veio tão brutal que o pescoço de Amara se arqueou de forma grotesca, como se quase fosse arrancado do corpo. O som de vértebras sendo comprimidas reverberou, e o sangue que cobria seu rosto agora se misturava com lágrimas involuntárias que escorriam de seus olhos inchados. Ela estava consciente, mas desejava não estar. Cada momento parecia um castigo eterno, e a esperança de uma pausa desaparecia.


"Por quê? Por quê ele não para?!" Era a única pergunta que restava em sua mente agora. Ela não conseguia entender como alguém poderia ser tão cruel, tão implacável. Mesmo Gold, com toda sua severidade, jamais havia infligido um tormento tão sádico nela.


Halfkor respirava pesadamente, mas seu olhar não vacilava. Ele ergueu Amara mais uma vez, como se quisesse garantir que o próximo golpe fosse o mais devastador de todos.


*Baaaaaaaaaaaaaaaaaaang.* A quinta joelhada fez o rosto de Amara enterrar-se ainda mais profundamente no osso, e um som nauseante ecoou enquanto parte de sua pele parecia começar a se desfazer. A dor agora era algo além do físico… Era um abismo que devorava sua alma. Sua mente começava a se desligar, lutando para proteger o que restava de sua sanidade.


"Acabe logo... Por favor..." Era uma súplica muda que Halfkor não a ouviria. Ele estava cego de ódio, e sua violência era tão instintiva quanto respirar.


A sexta joelhada veio antes que Amara pudesse sequer perceber. *Boooooooooooooooooooooooooooooom.* A força foi tão esmagadora que parte da carne de seu rosto rasgou, expondo um pedaço de osso acima da bochecha. Sua cabeça pendia para o lado, quase sem controle, enquanto sua respiração vinha em arfadas trêmulas e irregulares.


"Ele... Ele é um monstro..." Ela pensava, enquanto sentia a escuridão finalmente começar a tomar conta de sua visão. Mesmo assim, algo a puxava de volta, como se a Singularidade não permitisse que ela escapasse.


Halfkor, por sua vez, parou por um instante, olhando para o que restava da garota em sua mão. Ele respirava pesadamente, mas ainda não havia satisfação em seus olhos, apenas mais raiva.


“Você acha que acabou?” Ele rugiu para a garota inconsequente, segurando-a com ainda mais força enquanto avisava: “Ainda não estou satisfeito.”  


Amara soltou um gemido quase inaudível, e suas lágrimas, misturadas com sangue, escorriam enquanto ela encarava Halfkor com olhos que imploravam por um fim. Mas ele não estava pronto para parar. A punição da garota ainda estava longe de terminar.



O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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