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Capítulo UHL 1164 - Lugar Ideal

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Tenham uma boa leitura!]


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A ponta da lança ficou no ar como um convite para um desafio. E, por alguns instantes, o pátio inteiro fingiu que aquilo ainda era uma festa, porque era isso que a etiqueta mandava fazer quando algo perigoso nasce no meio de flores.

Gu Ren permaneceu imóvel.


Não por medo, mas, sim, por disciplina.


Ele não olhava para Calenor como quem aceita um jogo. Ele olhava para três pessoas, porque, naquela noite, ele era um convidado no castelo de outra mulher.


Zao Tian.


Ye Yang.


Elyndariel.


Zao Tian foi o primeiro a responder.


Ele não disse nada.


Ele apenas ergueu o olhar e encontrou o de Gu Ren.


Foi um olhar simples.


Sem ordem.


Sem contenção.


Apenas… aval.


Como quem diz: você sabe onde está. Você sabe o que é isso. Faça o que decidir.

Ye Yang, ao lado do trono improvisado dos noivos, deu um passo à frente.


Não foi teatral. Foi instintivo.


O rosto dele tinha a tensão de alguém que acabou de se casar e, mesmo assim, ainda tem o sangue de um soldado correndo nas veias.


A afronta tinha sido feita no meio do casamento dele, e, por um segundo, parecia que ele mesmo ia atravessar o espaço e arrancar a lança da mão de Calenor só para devolver com o punho.


Contudo, Elyndariel foi mais rápida.


A expressão dela ficou séria.


O olhar dela cortou Calenor com frieza. E o castelo inteiro, que era barulhento, pareceu se ajustar à frequência dela sem precisar de uma ordem.


"Já chega." Elyndariel disse.


A voz não saiu alta.


Saiu absoluta.


Ela deu um passo para perto de Calenor, e o simples gesto fez os elfos ao redor recuarem um pouco, como se ninguém quisesse estar perto quando uma senhora decide ser senhora.


"Você está no meu casamento." Ela continuou, e a frase carregava um peso de propriedade, de história e de ameaça.


Calenor sustentou o olhar dela, ainda com o sorriso pequeno, cínico, tentando manter a pose de homem que não se abala.


Elyndariel inclinou o rosto, apenas uma fração.


"Se você procura sangue para dar à arma…" Ela disse, e a calma dela ficou mais afiada: “Eu posso usar o seu para isso."


O pátio congelou por dentro.


Alguns elfos abriram a boca e fecharam, como se tivessem lembrado que, ali, não se reage primeiro.


Calenor, cinicamente, recuou meio passo.


Não por medo, mas cálculo.


Ele fez uma inclinação de cabeça, como se estivesse tentando dar ao castelo uma saída elegante.


"Lady Elyndariel." Ele disse, com a mesma cortesia de antes: "Eu peço desculpas se pareci… inadequado. Não é minha intenção manchar o seu momento."


O tom foi perfeito, mas o conteúdo era falso.


O olhar dele não soltou o rancor e ele desviou a lança um pouco, mas seus olhos continuaram presos em Gu Ren como se o alvo real nunca tivesse mudado.


"E, ainda assim…" Calenor acrescentou, com uma suavidade venenosa: "O humano ofendeu a minha casa."


Momoa soltou uma risada alta.


Depois, ele deu um passo para a frente, com a taça na mão, e olhou para Calenor como se olhasse para um animal que acabou de fazer algo estúpido.


"Desde quando colocar no seu devido lugar um talarico que dá em cima da sua companheira na sua frente é ofensa?" Momoa perguntou, sem nenhuma tentativa de parecer civilizado.


Um murmúrio atravessou elfos próximos.


Alguns se escandalizaram pelo termo. Outros se escandalizaram por alguém ter dito em voz alta o que vários tinham entendido.


Calenor virou o rosto, mantendo a máscara, e respondeu com uma paciência teatral.


"Eu estava sendo amigável." Ele disse. E então, com um sorriso que tentou virar um insulto, ele olhou para a comitiva humana como se fosse um público que merecia desprezo, e completou: "Talvez essa raça não seja capaz de entender o que é cordialidade."


Foi uma provocação escolhida.


Não só contra Gu Ren.


Contra todos.


Elyndariel se moveu de novo, e desta vez a presença dela pressionou o ar.


O sorriso sumiu. A postura dela ficou mais rígida.


Ela não gritou.


"Você está falando de raças no meu pátio, Calenor?" Elyndariel perguntou.


A frase veio tão controlada que era pior do que raiva.


Calenor manteve a inclinação leve de cabeça, tentando se livrar do fogo sem se queimar.


"Não." Ele respondeu rápido, com uma falsa humildade: "Eu apenas… não quero que isso escale."


E, num giro perfeito, ele tentou vestir o conflito com uma roupa nobre.


"Eu não quero estragar o acordo de paz entre humanos e elfos." Calenor continuou, como se estivesse fazendo um favor ao universo: "Mas eu também não posso ignorar a honra da minha casa. Eu só quero… uma luta. Para restaurá-la."


A palavra restaurar caiu com pretensão, como se a noite inteira existisse para curar o ego dele.


Zao Tian, que até então tinha observado em silêncio, falou com muita seriedade.


Ele não elevou a voz, usou apenas aquela calma que deixa uma ameaça subentendida mesmo quando não tem uma ameaça explícita.


"As coisas podem não sair do jeito que você imagina." Zao Tian disse.


Calenor olhou para ele de canto, e o olhar parecia dizer: você está se metendo no que é da sua conta.


Zao Tian continuou, sem se importar.


"E se você continuar buscando restaurar essa tal honra… talvez acabe afundando ainda mais o nome Vaelondir na lama." Ele concluiu, no mesmo tom.


O ar ficou pesado.


O nome da casa foi citado como uma faca.


Calenor, que tinha conseguido manter uma postura de homem magnânimo até ali, se indignou por dentro e deixou escapar por fora.


Os olhos dele se estreitaram. O sorriso sumiu de verdade pela primeira vez.


"Você ousa…" Ele começou.


Contudo, Elyndariel cortou, e a interrupção dela foi um lembrete de que, naquele castelo, ninguém fala por cima dela.


"Chega." Elyndariel disse de novo.


Ela encarou Calenor com a autoridade de quem não foi colocada ali por ninguém, e continuou: "E eu vou deixar claro… Se você estragar o meu casamento para alimentar seu orgulho… você vai sair daqui menor do que entrou."


Calenor inclinou a cabeça, rígido, e respondeu como quem engole uma lâmina e finge que é vinho.


"Eu entendo, Lady Elyndariel." Ele disse.


Mesmo enquanto dizia isso, ele manteve o desafio vivo, porque precisava disso.


Ele voltou o olhar para Gu Ren.


Gu Ren continuava parado.


Sem expressão.


Sem pressa.


O que ele fazia ali era mais humilhante do que qualquer insulto: ele não estava reconhecendo Calenor como alguém que merecia atenção.


E isso irritava mais do que uma provocação.


Gu Ren, no entanto, não olhava para Calenor.


Ele olhava para Elyndariel, esperando um sinal, porque aquela era a dona do castelo. A dona do casamento. E, por mais que Gu Ren fosse quem fosse, ele não pisaria na autoridade dela sem necessidade.


Elyndariel sustentou o olhar de Gu Ren por um instante.


O pátio inteiro pareceu prender a respiração, porque todos sabiam que aquele segundo era decisivo.


Então ela franziu o cenho.


Não de raiva contra Gu Ren, mas de impaciência com Calenor.


E, em seguida, ela acenou com a cabeça para Gu Ren.


Foi um gesto pequeno, claro.


Era uma permissão.


Raya sentiu o braço de Gu Ren se mover, e, no instante seguinte, ele soltou, sem afastá-la como se um fosse peso.


Ele apenas soltou, como quem precisa tirar a mão de um lugar para fazer outra coisa.


Então, ele deu um passo à frente, e, pela primeira vez naquela noite, a voz dele saiu…


Baixa e limpa.


"Você tem certeza do que está pedindo?" Gu Ren perguntou.


Calenor sorriu como se tivesse conseguido exatamente o que queria.


"Tenho." Ele respondeu, sem hesitar.


E, então, com um gesto que pretendia ser humilhante, ele jogou a lança na direção de Gu Ren, como se dissesse: toma. você vai precisar.


O pátio inteiro acompanhou o voo da arma.


Gu Ren, entretanto, não a segurou. Ele deixou a lança cair ao lado dele.


A ponta tocou a pedra com um som claro, quase ofensivo, e o poder da arma pareceu vibrar uma vez no chão como se reclamasse do desprezo.


Várias expressões mudaram ao redor, porque aquilo não era a recusa de um presente.


Era uma recusa de narrativa.


Gu Ren então falou, olhando Calenor nos olhos pela primeira vez: "Eu não preciso dessa arma." 


O silêncio se apertou.


Gu Ren continuou, sem pressa.


"A única arma que eu posso empunhar…" Ele disse, e a pausa foi pequena, mas suficiente para o castelo inteiro se inclinar para ouvir: “É a minha própria."


Ele não explicou o porquê.


Ele deixou no ar.


Como uma sombra.


Como uma regra.


Como um aviso de que aquilo que ele carrega não é algo que se pega de uma arca. E, naquele instante, até quem odiava humanos percebeu que o problema que Calenor tinha acabado de criar podia não ser apenas um espetáculo… Podia ser um grande erro.


Calenor encarou Gu Ren por um instante longo demais para ser apenas avaliação.


O desdém dele veio como um sorriso curto, torto, com aquele tipo de prazer que homens famosos sentem quando acham que encontraram alguém ingênuo o suficiente para virar seu palco.


"Confiança demais." Calenor comentou, girando o pulso como se ainda sentisse o peso da lança que tinha segurado: "Você acha que coragem resolve a diferença de mundo."


Gu Ren não se mexeu. Nem respondeu com raiva.


Ele apenas sustentou o olhar, calmo, e isso irritou mais do que qualquer provocação.


Calenor deu um passo à frente, medindo distância como se estivesse acostumado a fazer isso antes de uma execução.


"Então me diga, humano." Ele disse, como se fosse generoso por perguntar: "Você quer impor alguma regra ao combate? Algo… civilizado? Limites? Condições?"


A pergunta foi feita para parecer etiqueta, mas era uma armadilha.


Qualquer regra poderia virar fraqueza. Qualquer recuo poderia virar uma história contada em algum banquete.


Gu Ren respondeu sem elevar o tom.


"Você pode decidir." Ele disse.


Calenor ergueu uma sobrancelha, surpreso por um segundo, como se esperasse resistência.


Gu Ren continuou, sem mudar o rosto: "Afinal… isso é um direito dos mais fracos."


O pátio inteiro travou por dentro.


Alguns elfos levaram a taça à boca e esqueceram de beber.


Outros viraram o rosto rápido demais, como se fingir que não ouviu fosse autoproteção.


Raya, ao lado, deixou o sorriso nascer devagar, como uma lâmina sendo puxada da bainha.


Momoa abriu a boca para rir, mas segurou, porque aquele segundo tinha um peso bom demais.


Calenor ficou vermelho.


Não de vergonha.


De raiva.


O controle dele, que tinha sido impecável desde o primeiro passo, deu uma trinca visível. A mandíbula apertou. O sorriso sumiu. Os olhos ficaram estreitos e perigosos.


"Você…" Calenor começou, com a voz dele mais áspera do que a etiqueta permitiria.


E então ele cuspiu a promessa como se aquilo fosse honra e não ego ferido: "Eu vou te matar…"


Gu Ren não pareceu nem um pouco impressionado.


Ele olhou para Calenor como quem olha para uma frase repetida em todas as guerras do universo.


"Eu já perdi a conta de quantas vezes ouvi isso." Ele respondeu: "E ainda estou vivo."


O pátio começou a se mover com o tipo de nervosismo que antecede uma tragédia.


Alguns elfos recuaram.


Outros avançaram um passo, ansiosos por espetáculo.


Casas menores prenderam a respiração como se estivessem vendo uma história ser escolhida na frente deles.


Ye Yang já tinha dado outro passo à frente, pronto para intervir de novo, porque aquilo ainda era o casamento dele, ainda era a noite dele, ainda era a primeira marca política da união.


Mas Elyndariel ergueu a mão.


A mão dela subiu e o ar obedeceu.


O castelo inteiro se ajustou de novo ao silêncio interno dela.


"Ninguém lutará no meu castelo." Elyndariel disse.


A frase não teve espaço para negociação.


Ela olhou para Calenor primeiro, e o olhar dela deixou claro que aquilo era uma ordem.


Depois, ela olhou para Gu Ren, e o olhar dela foi com a mesma autoridade, só que sem hostilidade.


"Nem no meu pátio." Ela completou, porque não era só o castelo físico. Era a ideia.


Calenor respirou fundo, tentando recuperar o verniz.


Ele inclinou o rosto como quem aceita por respeito… mas os olhos dele diziam que ele só aceitava porque precisava continuar parecendo civilizado.


Gu Ren não contestou. Não porque não pudesse, mas porque não era ele quem ditava o território.


Elyndariel virou o rosto, varrendo as casas com calma, e aquele simples gesto fez vários nobres reajustarem a postura, como se lembrassem de quem estavam desafiando com o olhar.


Foi então que Aethandor se aproximou.


Sem pressa.


Sem alarde.


Como alguém que já tinha previsto que, em algum momento, aquela noite precisaria de um desvio para evitar um incêndio.


"Há um lugar apropriado." Aethandor disse, com a voz baixa, dirigida a Elyndariel primeiro, em sinal de respeito: "Um mundo de areia e vento. Desabitado. Sem estruturas. Sem povo. Sem nada que precise ser preservado."


Elyndariel não perguntou detalhes.


Ela apenas assentiu uma vez.


Calenor olhou para Aethandor com uma sombra de curiosidade, como se estivesse avaliando o elfo que estava, de forma discreta, ajudando humanos a não virarem o bode expiatório do casamento.


"Eu aceito." Calenor disse, recuperando o tom formal: "A honra não exige um palco. Exige resultados."


Momoa soltou um som de aprovação, quase feliz, e comentou alto o suficiente para irritar: "Ótimo. Eu odiaria ver vocês quebrando os barris de vinho."


Elyndariel não reagiu ao comentário.


Aethandor, porém, olhou para Momoa por um instante e desviou como se tivesse decidido não alimentar aquilo.


Gu Ren finalmente falou de novo, curto, só para encerrar a conversa: "Então vamos."


Calenor sorriu, frio.


Aethandor estendeu a mão, e o espaço respondeu.


O portal não surgiu como o de Zao Tian, limpo e óbvio.


O de Aethandor parecia mais silencioso, mais contido, como se a realidade fosse dobrada sem fazer barulho. Um arco oval se abriu diante deles, escuro nas bordas, claro no centro, mostrando do outro lado um horizonte amarelado e vazio.


Vento.


Areia.


E um céu sem nada.


Um mundo onde nenhuma torre seria atingida.


Onde nenhum vitral seria quebrado.


Onde ninguém poderia dizer depois que a guerra começou por culpa do castelo.


Aethandor fez um gesto com a mão, convidando.


"Vocês dois primeiro." Ele disse, olhando para Calenor e para Gu Ren.


Calenor passou pelo portal com o passo firme de quem atravessa para o território onde acredita que manda.


Gu Ren foi logo atrás, com a mesma calma de sempre, como se aquilo não fosse um evento social, mas apenas mais uma tarefa que precisava ser resolvida.


O pátio inteiro, então, começou a se mover, como uma corrente elegante de predadores curiosos.


Casas grandes querendo testemunhar.


Casas pequenas querendo ter histórias para contar.


Servos recolhendo taças com pressa para não ter nenhum acidente.


Elyndariel permaneceu no controle, mesmo enquanto permitia a luta acontecer.


Ye Yang respirou fundo e seguiu, porque, mesmo que ele quisesse impedir, já era tarde demais.


Zao Tian atravessou sem pressa, com Ming Xue ao lado, observando tudo com aquela atenção de quem já sabe que vitória social vale tanto quanto vitória em combate.


Ming Xiao e Yang Hao foram logo atrás, sem dizer nada.


Hakim seguiu com o olhar distante de quem mede consequências.


Nallrian passou com firmeza, e Yan Chihuo com um meio sorriso que não combinava com nada além de perigo.


Raya atravessou por último do grupo, com o vestido vermelho ainda arrancando olhares, e agora havia uma satisfação contida nela.


Momoa atravessou junto, e parecia estar indo para um festival.


Do outro lado, o mundo deserto os recebeu sem cerimônia.


Uma planície de areia e pedra, com dunas baixas, rochedos espalhados, e um vento constante que carregava poeira fina como se aquele lugar tivesse sido criado para apagar rastros.


Não havia árvores.


Não havia estruturas.


Não havia vida.


Só espaço.


Um espaço grande o suficiente para destruir tudo… sem que ninguém pudesse reclamar depois.


O portal permaneceu aberto atrás deles, como um arco no nada, despejando espectadores no deserto como se a nobreza inteira tivesse decidido trocar o chão de mármore por areia só para ver a cor do sangue que ainda não tinha caído.


Calenor parou alguns passos à frente e virou o rosto, encarando Gu Ren com um sorriso frio, agora livre de qualquer obrigação de parecer simpático.


Gu Ren permaneceu no mesmo ritmo.


Parado. 


Calmo. 


Esperando.


O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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