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Capítulo UHL 1179 - Caçador

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Tenham uma boa leitura!]


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A percepção do tempo, para Zargoth, virou uma coisa estranha.


A flecha ainda estava no ar, reta, implacável, e, mesmo assim, tudo dentro dele correu mais rápido do que o próprio disparo.


Ele viu o arco no alto; Viu a mão de raízes soltar; Viu o traço escuro cortando a luz verde filtrada; E, no mesmo instante, viu o futuro.


Não um futuro místico, no sentido de adivinhações.


Um futuro lógico.


Um futuro inevitável.


Zao Rei morreria. E aquilo seria o estopim mais sujo possível.


Naquele momento, Zargoth não pensou em nada poético e não pensou em honra.


Ele pensou em vidas e em logística de guerra.


Zargoth pensou na palavra “refém” voltando a significar o que ela sempre significou antes de qualquer tentativa de civilidade. Ele pensou nas salas onde humanos, krovackianos e orcs fingiram que poderiam construir um acordo sem sangue por baixo.


Ele pensou na raiva de Zao Tian.


Não a raiva explosiva de um jovem, mas a raiva fria de alguém que transforma cada perda em um jogo implacável de vingança.


Ele viu a consequência imediata daquela flecha, que eram muitas execuções.


Não como uma vingança cega, mas como um recado.


Reféns sendo mortos em um ponto do cosmos para que outros pontos do cosmos entendessem o custo de violar o acordo.


E isso, por si só, já seria o início real da guerra.


Uma guerra que deixaria de ser “contra o Olho”, “contra os deuses”, “contra qualquer coisa grande”, e viraria uma guerra pessoal.


Porque nada, no universo, é mais pessoal do que o irmão de alguém morrendo sob a sua responsabilidade.


Zargoth viu os nomes se acendendo como brasas em sua mente.


Uhr’Gal em chamas.


Decarius endurecendo.


Krovackianos deixando de lado qualquer contenção.


E, como ondas se propagando, ele viu batalhas enormes surgindo em pontos que sempre foram apenas mapas e histórias.


Ele viu rotas de comércio virando campos de emboscada.


Portais estratégicos virando gargalos de extermínio.


Planetas famosos por alianças antigas virando sepulturas de alianças novas.


Ele viu o cosmos inteiro ficando menor, porque uma guerra faz isso.


A guerra aproxima tudo.


A guerra transforma distância em alcance.


E, no centro de tudo, um fato simples e insuportável dava início a todas as suas previsões...


A flecha.


Ainda voando.


Ainda reta.


Ainda decidida a causar uma catástrofe que estava muito além da morte de um único humano.


Zargoth se moveu mesmo assim, porque o corpo dele não sabia aceitar esse destino sem tentar.


Ele cortou o ar com tudo o que tinha, e, por um segundo, acreditou que a violência da própria velocidade poderia dobrar o destino.


Contudo, a flecha estava à frente de qualquer esforço.


Quando algo assim parte de um deus daquele porte, não dá para competir com músculos.


Os olhos de Zargoth, em pleno voo, captaram o pátio abaixo.


Zao Rei não se mexeu.


Ele estava com medo, mas ainda estava firme.


Os orcs ao redor pareciam menores agora, como se a gravidade do evento tivesse comprimido todo mundo.


Zao Rei não fechou os olhos. Não piscou.


Ele não podia escapar, então, ele encarou a flecha como se encarasse um fim que já tinha sido aceito antes de acontecer.


Zargoth viu o rosto dele e sentiu uma irritação amarga surgir por cima do pânico.


Teimoso.


Até nisso ele era igual ao irmão.


Enquanto isso, a flecha se aproximou o suficiente para que o ar denunciasse o peso do disparo.


Não era só um objeto cortando vento. Era um deslocamento de pressão que parecia carregar uma intenção dentro.


O corpo de Zao Rei arrepiou inteiro antes do contato.


Os cabelos dele sacudiram para trás, puxados por uma corrente invisível que vinha com a ponta.


O tecido da roupa colou na pele por um instante, como se o ar tivesse sido sugado.


A pele dele se arrepiou como se estivesse sob a neve. E, mesmo assim, ele não desviou o olhar.


Zargoth abriu a mão em pleno voo, como se fosse possível agarrar a flecha pelo vazio. Como se dedos pudessem segurar a vontade divina do Curupira.


Foi só no último segundo que ele entendeu a humilhação completa.


Ele não chegaria.


Ninguém chegaria.


O impacto era inevitável.


Então… a ponta da flecha tocou o corpo de Zao Rei. Exatamente no centro do peito, alto o suficiente para ser fatal, reto o suficiente para ser uma sentença.


O mundo inteiro, naquele instante, entrou em câmera lenta.


A ponta encostou.


E… não perfurou.


Não houve uma explosão de sangue condizente com a força daquele disparo.


Não houve nenhum som de carne rasgando.


Houve apenas um fenômeno que todos viram, mas não tinham vocabulário para explicar.


A flecha perdeu matéria.


No momento em que tocou a pele de Zao Rei, ela começou a desaparecer.


Não como fumaça.


Não como luz.


Foi como se a existência dela estivesse sendo desligada pedaço por pedaço.


A ponta afundou no corpo de Zao Rei sem resistência, e, conforme afundava, deixava de existir.


O caminho da flecha seguia, enquanto mais e mais dela continuava sumindo.


A madeira, as fibras, a própria forma… tudo virava nada à medida que cruzava qualquer parte do humano.


Zao Rei sentiu.


Ele sentiu a pressão.


Sentiu o frio.


Sentiu o choque de ter sido tocado por algo que deveria tê-lo matado.


Mas ele não caiu.


Ele não foi arremessado.


Ele apenas… continuou de pé.


Os olhos dele arregalaram mais, muito mais. E não foi por dor, mas por incredulidade. Porque a mente dele estava gritando a mesma pergunta que o planeta inteiro estava gritando.


Por quê? 


Como?


Zargoth freou no ar com uma violência que quase deslocou o próprio ombro.


Ele pairou por um segundo acima do pátio, encarando a cena com uma expressão que não combinava com um Khan.


Era o mais puro e genuíno choque. Uma confusão que chegava a ser agressiva.


O mesmo tipo de confusão que vira raiva só para não virar medo.


A flecha continuou atravessando Zao Rei, mas aquela coisa continuava perdendo forma, sumindo dentro dele, parte por parte, até que parecia que a flecha tinha sido engolida por um corpo humano sem deixar rastro.


E, por um instante curto, ridículo, impossível… Zao Rei estava vivo e inteiro, como se nada tivesse acontecido.


Então… o ar atrás dele estourou com um detalhe.


Um som pequeno.


Um estalo. Como se algo tivesse voltado a existir no meio do movimento.


A flecha reapareceu.


Não inteira.


Não de uma vez.


Ela começou a ganhar massa de novo do lado de trás, como se a matéria estivesse sendo devolvida ao mundo em camadas.


Primeiro a ponta que já tinha desaparecido voltou a se desenhar no ar.


Depois o corpo.


Depois a cauda.


Era como se o disparo tivesse atravessado Zao Rei por um túnel de inexistência e, ao sair do outro lado, tivesse lembrado que era uma coisa sólida.


E, no exato instante em que reapareceu completamente, ela encontrou um alvo.


Não o humano que ela tinha acabado de atravessar.


Outro alguém.


Houve um impacto real. Um impacto que produziu som. Produziu choque. E produziu sangue.


Uma boa quantia de sangue surgiu no ar logo atrás de Zao Rei, espalhando-se em gotas e fios por um segundo suspenso, escuro contra a luz verde do teto.


Zao Rei sentiu respingos quentes no pescoço.


Sentiu no ombro. E congelou.


Aquele sangue não tinha saído dele, porque não havia dor, mas ele não sabia dizer se estava certo ou não, e não tinha coragem de olhar para baixo e acabar se deparando com um buraco em seu peito.


Zargoth, ainda pairando, virou o olhar para trás do humano com uma lentidão terrível, como se estivesse com medo do que ia ver.


Os orcs ao redor seguiram o movimento. E, por meio segundo, ninguém respirou.


Porque a flecha, que tinha “morrido” dentro de Zao Rei, tinha voltado a viver do outro lado.


E tinha finalmente acertado alguém que estava atrás dele.


O sangue ficou suspenso no ar, mas não houve corpo caindo. Não houve gritos vindo de trás de Zao Rei. Não houve nem o som de alguém engasgando.


Só as gotas no ar… e, depois, a gravidade lembrando que elas precisavam cair.


Elas caíram. 


Pingaram no chão do pátio.


Pingaram na pedra.


Pingaram no ombro de um orc que não sabia se recuava ou se avançava.


E, ainda assim, ninguém viu o alvo.


Era como se a flecha tivesse acertado alguém que não estava… exatamente ali.


Zao Rei respirou rápido, como se o corpo dele tivesse esquecido como puxar ar de forma normal.


Ele ergueu as mãos devagar, sem coragem de tocar ou olhar para o próprio peito e ver um buraco nele.


Os dedos dele tremiam.


Então, a voz saiu fina, quebrada, e isso irritou os orcs ao redor mais do que qualquer insulto, porque aquela fragilidade era um lembrete de que tudo ali estava fora de escala.


"Eu…" Zao Rei tentou.


A garganta dele travou.


Ele engoliu seco e então conseguiu, gaguejando, como se cada sílaba precisasse passar por um nó: "Eu ainda estou vivo…?"


Ninguém respondeu.


Ninguém sabia responder.


Zargoth, ainda no ar, caiu de volta no pátio como um tiro.


Ele não pousou com calma.


Ele despencou com uma urgência tremenda.


Ele bateu os pés no chão e, antes de qualquer orc ter tempo de entender o que ele faria, Zargoth se lançou sobre Zao Rei.


Não foi um gesto elegante.


Foi instinto.


Foi uma decisão que nasceu do pânico de ver a aliança morrer junto com um corpo frágil.


Zargoth empurrou o humano para baixo com o próprio peso e deitou por cima dele, como um escudo bruto, usando sua carne e ossos para protegê-lo.


Zao Rei soltou um som sufocado, mais de surpresa do que de dor.


"Fica." Zargoth rosnou, baixo, quase no ouvido dele.


Zao Rei tentou virar o rosto, mas o peso do Khan não permitiu.


"Eu não estou…" Ele tentou falar.


"Fica." Zargoth repetiu, e a palavra virou uma ordem.


Ao redor, orcs recuaram um passo, sem saber se aquilo era proteção ou humilhação.


E então o céu respondeu… Com movimento.


As figuras vegetais no teto, espalhadas pelo globo inteiro, ajustaram os arcos ao mesmo tempo.


Foi um sincronismo errado demais para ser coincidência.


Era uma decisão única, repartida em centenas de milhares de braços.


O som dos disparos não veio como uma chuva de cordas vibrando.


Veio como uma sequência de estalos orgânicos.


Raízes rompendo.


Nós abrindo.


O ar, de uma vez, ficou cheio de linhas traçantes.


A primeira flecha cortou o espaço acima do pátio e passou.


Passou por Zargoth e por Zao Rei sem tocar ou passar tão perto, mas com pressão suficiente para fazer os pelos do braço de um soldado orc se arrepiarem a três metros de distância.


A flecha entrou numa muralha, e, no instante do contato com a pedra, ela perdeu matéria.


A flecha sumiu dentro do muro como se a rocha não tivesse densidade suficiente para obrigá-la a existir.


Do outro lado da muralha, ela reapareceu, e, no momento em que reapareceu, houve mais sangue.


De novo sangue no ar.


De novo um alvo invisível.


Só que agora não era mais um disparo isolado.


Era um começo.


O segundo disparo veio antes do primeiro terminar de “explicar” qualquer coisa. E o terceiro veio quase simultaneamente ao segundo.


O pátio inteiro virou um lugar onde o ar não era mais confiável.


Flechas cortavam o ar e sumiam quando tocavam qualquer coisa, voltando a existir logo depois.


Quando voltavam, as flechas deixavam sinais de impacto em algum lugar que ninguém conseguia apontar.


No meio de toda aquela surpreendente cena, um orc no alto de uma torre gritou.


Não porque foi atingido, mas porque uma flecha tinha atravessado o corpo dele e, por um segundo, ele sentiu o coração parar por puro reflexo, mesmo continuando inteiro: "Ela passou por mim!"


Uma outra flecha passou pelo chão, tangenciou um grupo de guerreiros, atravessou uma casa de pedra.


O telhado tremeu, mas as paredes não explodiram. Só ganharam um vazio temporário, como se a flecha tivesse desligado a existência de um trecho de matéria no momento em que a atravessou.


O interior da casa ficou exposto por um segundo.


Uma mesa. Um braseiro. Uma família orc recuada num canto. E, antes que alguém pudesse entender, a flecha reapareceu do outro lado e o sangue surgiu no ar de novo, atrás do quarteirão, como uma assinatura sem dono.


Zargoth levantou a cabeça só o suficiente para ver a rua acima do pátio. E o que ele viu fez o estômago dele afundar.


As flechas não estavam sendo disparadas ao acaso…


Elas estavam formando um traço.


Uma sequência.


Como se cada disparo estivesse tentando interceptar uma coisa em movimento.


Uma coisa correndo pelo planeta.


Uma coisa que ninguém enxergava, mas que o Curupira seguia com uma precisão absurda.


A perseguição desenhou uma linha no caos.


Pátios.


Muralhas.


Ruas centrais.


Praças.


Fortalezas.


Uma trilha de disparos que cruzavam quarteirões como se o planeta inteiro fosse um corredor.


Um general orc, em outra região, gritou para seus guerreiros se afastarem do céu, e o grito morreu na própria garganta quando uma flecha atravessou o peito dele sem feri-lo… e reapareceu atrás, deixando um rastro de sangue no ar que não era dele.


O general ficou de joelhos por um segundo, chocado demais para respirar.


"Eu estou…?"


Ele achava que tinha morrido, mas tocou o próprio corpo e viu que estava inteiro.


O pânico, que tinha sido contido à força por Zargoth, voltou em uma forma pior.


O tipo de pânico que tenta entender algo incompreensível.


"Eles estão mirando em alguém!"


"Quem?!"


"Eu não vi nada!"


"Tem alguma coisa aqui!"


Um soldado orc voou para a linha por onde as flechas estavam passando, tentando se colocar no caminho, tentando interceptar com o corpo e com a arma, tentando provar que ainda existia algum controle.


Várias flechas atravessaram ele.


O soldado ficou imóvel por um segundo, com os olhos arregalados, e depois caiu, não por algum ferimento, mas por causa do colapso mental.


A sensação de ter sido atravessado tantas vezes por coisas que não te reconheceram é um tipo de terror que derruba até guerreiros mais fortes.


Enquanto isso, Zargoth empurrou o próprio corpo para cima, saindo de cima de Zao Rei apenas o suficiente para gritar, com a voz mais feroz que tinha.


"TODO MUNDO NO CHÃO!"


O comando atravessou o pátio, atravessou as ruas próximas e ecoou.


"SAIAM DO CÉU! NÃO INTERCEPTEM!"


Os orcs que ouviram desceram.


Os que não ouviram só entenderam quando viram alguém cair.


Zao Rei, debaixo dele, estava com a respiração pesada e com a mente tentando acompanhar a sequência impossível de acontecimentos.


"Zargoth…" Ele chamou, com a voz falhando: "O que está acontecendo…?"


Zargoth não tinha resposta. Ele só tinha um instinto: manter aquele humano vivo, porque o Curupira tinha mirado nele primeiro.


Mesmo depois do fenômeno estranho, as flechas tinham voltado a cortar o ar como se estivessem varrendo o planeta.


Contudo, aquilo não era uma varredura, e, sim, uma caça.


E o caçador não precisava enxergar como os outros enxergam.


O teto verde continuava acima, invertido, vivo. E, em meio às copas, as figuras vegetais não se mexiam como um exército comum.


Elas não se deslocavam.


Elas só disparavam.


Zargoth puxou Zao Rei pelo colarinho e o arrastou para baixo de uma passagem de pedra, tentando colocá-lo sob cobertura.


Ele sabia que coberturas não significavam nada para uma flecha que desligava a matéria ao tocar.


Mas ele precisava fazer alguma coisa, porque ficar parado era enlouquecedor.


"Fica atrás de mim." Zargoth ordenou.


"Eu estou atrás de você." Zao Rei respondeu, com a voz tremendo, sem humor.


Uma flecha passou de novo.


A pressão sacudiu os cabelos de Zao Rei e fez a pele dele se arrepiar outra vez.


Ela tocou a pedra acima e sumiu, reaparecendo do outro lado.


E, longe, um grito ecoou.


Não de alguém atingido, mas de alguém que viu o sangue nascer no ar e não soube explicar.


Zargoth apertou os dentes e projetou a voz outra vez, como se a voz fosse a última coisa que ainda era dele naquele planeta.


O Curupira estava caçando algo que existia em um plano que os outros não alcançavam, e cada flecha era uma tentativa de interceptação, um ajuste fino, um cálculo divino que transformava ruas, casas e guerreiros em obstáculos irrelevantes.


Zao Rei, atrás dele, sussurrou, como se a pergunta pudesse ser uma parede.


"Por que eu…?"


Zargoth não respondeu, porque a resposta mais óbvia era a pior: talvez Zao Rei fosse só um ponto de referência.


Um lugar onde a caça começou. 


O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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