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Capítulo UHL 1189 - Feridas Que Não Cicatrizam

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Tenham uma boa leitura!]


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O Curupira não precisou repetir a frase, porque só com aquilo ele já tinha cravado o ponto como um prego no centro de uma mesa: passado e futuro eram a mesma linha, e Zao Tian só via um pedaço do todo.


Sem esperar ninguém pedir, o Curupira continuou falando.


"Você ouviu isso antes." Ele disse, com a mesma certeza de quem observa correntes subterrâneas e sabe onde o rio vai romper o solo.


"Ouviu de Heimdall."


"Heimdall falou o que podia falar, com o que lembrava e com o que viveu. Falou do humano que seu antecessor ajudou a criar sem perceber que estava criando o próprio carrasco. Falou dos níveis do cultivo e de como a criação aprendeu a crescer dentro de limites para não colapsar e virar um risco. Ele falou do Pai de Todos impondo termos para encerrar a guerra e finalmente selar um acordo de paz."


O Curupira não mudou de tom ao citar Odin, mas aquele nome carregou um peso diferente na boca dele, como se ali existisse uma autoridade de outra natureza.


"Mas Heimdall não te contou o que veio depois, não porque te poupou, e sim porque ele não sabia. Ele morreu antes do que vocês chamam de Grande Guerra e voltou quando o dano já tinha sido feito. Há um intervalo inteiro que ele não viu, e é nesse intervalo que as coisas ganharam forma."


"Eu vou te dizer como foi quando Gold ainda estava esmagando o panteão de joelhos e, ainda assim, escolhia não matar."


"Naquela época, meus irmãos já tinham aprendido a tratar a criação como uma matéria-prima. Não como povo, não como vidas… Matéria-prima. Eles plantavam guerras por puro entretenimento. Plantavam medo para colher obediência. Plantavam escassez para colher cultos."


"Isso não era exceção à regra. Era a rotina."


“Era como as coisas aconteciam e deviam ser, na visão deles.


"Mas… quando Gold apareceu, essa rotina foi completamente destruída."


O Curupira fez uma pausa curta, o suficiente para separar épocas, não para criar drama.


"Gold não surgiu como um deus surge. Ele não veio da Grande Mãe, nem com a legitimidade deles. Ele veio de baixo, da criação, e com uma violência de entendimento que meus irmãos não aceitaram no início.”


“No começo, eles olharam para ele como olham para qualquer insurgente: um problema local que se resolve com exemplo e punição."


"Então veio a primeira derrota..."


"Depois a segunda..."


"Depois a terceira…"


"Aquele não foi um ciclo longo. Foi um ciclo, porém, humilhante. Porque meus irmãos descobriram muito rápido que o que fazia deles soberanos não era apenas força... Era a impunidade. E Gold retirou deles esse sentimento de impunidade."


O Curupira não descreveu golpes, nem cenários. Ele apenas descreveu o que aquilo fez por dentro do lado divino.


"Ele começou dando prazos..."


"A criação sempre teve prazos para tudo. Prazo para pagar tributos. Prazo para se ajoelhar. Prazo para aceitar o que foi imposto. E, pela primeira vez em toda a nossa história, meus irmãos receberam prazos… De um humano."


"Consertem Decarius." Ele disse, como se citasse um registro que ainda queimava.


"Devolvam o que quebraram."


"Parem de tocar o que vocês chamam de criação como se fosse uma plantação de carne."


"Voltem para casa."


"Gold falava assim porque ele já tinha entendido algo que meus irmãos preferiam negar: o panteão não se sustentava só no poder, e sim no teatro do poder. E todo teatro depende de uma plateia obediente."


"Ele, porém, não era obediente, e não queria só vencer uma batalha. Ele queria quebrar todo o hábito."


O Curupira deixou isso claro antes de chegar na parte mais difícil de engolir para qualquer um que já foi oprimido.


"Gold evitava matar."


"Ele poderia ter matado mais, muito mais. Poderia ter feito do panteão um cemitério antes que alguém organizasse uma resposta. Mas ele escolhia não matar, e, para os meus irmãos, essa escolha era uma lâmina mais lenta do que a morte."


"Ele derrubava meus irmãos e os deixava vivos o suficiente para lembrar. Cortados o suficiente para sentir por muito tempo. Expostos o suficiente para serem vistos como frágeis."


"As feridas que ele causava eram físicas, bem físicas. Mas o seu verdadeiro alvo era o ego."


"Os deuses sempre competiram entre si. Isso não começou com Gold. O Reino Divino sempre foi um lugar de disputa. Só que antes era uma disputa de status, de influência, de quem controla mais mundos, de quem cria mais cultos, de quem é mais importante na estrutura que foi criada."


"Mas Gold transformou essa disputa em uma pergunta bem mais baixa e mais assustadora…”


“Quem é o próximo a cair?"


"Era isso que ele queria causar nos meus irmãos, porque quando ele deixava um deles gravemente ferido, ele não deixava só um corpo quebrado. Ele deixava um testemunho."


"Ele deixava um deus vivo, carregando a prova de que pode ser derrotado."


"Ele deixava uma cicatriz que podia ser curada e parecer nunca ter existido, mas não fechava no orgulho."


O Curupira soltou o que para ele era um fato simples, mas para a criação era uma inversão total de ordem.


"Meus irmãos são imortais do jeito que vocês entendem, mas não do jeito que eles sentem."


"Imortalidade não é a incapacidade de morrer. É um retorno. É um renascimento."


"Antes de Gold, morrer era um inconveniente teórico para eles, um risco que existia na linguagem, mas não no corpo, e muito menos na mente.”


“Nós nunca cogitamos que iríamos perder alguma de nossas infinitas vidas, porque éramos mais fortes e organizados do que tudo que existia e respirava no universo. Mas… Depois de Gold, morrer virou uma possibilidade real."


"E quando algo impossível vira possível, o medo se instala. Não importa quão antigo e confiante você seja."


"Por causa disso, desse sentimento, meus irmãos começaram a temer a morte."


"Não a morte como fim, porque o fim não era garantido. Temiam a morte como experiência. Como uma derrota registrada. Como uma humilhação suprema gravada em todos que assistissem."


"Gold ensinou isso a eles. Ele não matou porque queria que eles entendessem."


"Ele queria que eles lembrassem."


"Ele queria que eles voltassem para casa carregando esse peso e essa mensagem."


Depois de dizer aquilo, o Curupira não suavizou o que veio depois.


"Com o tempo, meus irmãos cederam às exigências dele, não por virtude, e sim por autopreservação."


"Eles recuaram."


"Voltaram para o Reino Divino como animais feridos voltam para a própria toca, tentando esconder o cheiro do sangue enquanto sangravam."


"Nunca houve uma retirada ordenada."


"Foi um reflexo de sobrevivência."


"Para vocês, isso soaria como uma vitória limpa. Para eles, foi um colapso interno."


"E um colapso interno em um lugar cheio de soberanos é receita do caos."


O Curupira falou como quem descreve uma casa apodrecendo por dentro.


"No Reino Divino, o clima virou de guerra sem nem ter um campo de batalha."


"Porque toda a estrutura de domínio deles dependia de uma crença íntima: deuses não podem ser tocados."


"Gold, porém, tocou."


"Gold quebrou."


"Gold os deixou vivos para que todos vissem eles fugindo."


"Os que tinham sido derrubados voltaram com feridas que não eram só na carne. Eles voltaram com olhares menores. Voltaram com falas curtas. Voltaram com uma necessidade que eles não sabiam nomear, porque nomear seria admitir fraqueza."


"E os que não tinham sido derrubados olharam para eles como quem olha para uma fraqueza contagiosa."


"Então… Começaram as acusações."


"Quem deixou ele crescer?"


"Quem não viu?"


"Quem falhou?"


"Quem foi negligente?"


O Curupira permitiu que o nome aparecesse no centro disso, porque era inevitável.


"Por causa disso, Heimdall fugiu."


"Ele fugiu do próprio panteão."


"Quando Gold surgiu e meus irmãos perceberam a origem do problema, perceberam também o papel de Heimdall. Ele não foi só incompetente. Ele foi ativo."


"Ele perseguiu. Ele cercou. Ele pressionou."


"Não para proteger meus irmãos."


"Para se divertir."


"E no processo, ele alimentou a construção de um ser que aprendeu a odiar o que todos os deuses significavam."


"Quando isso ficou claro, Heimdall se tornou o alvo mais conveniente do Reino Divino, porque a conveniência é a forma preferida de justiça entre eles."


"Meu irmão virou a caça."


O Curupira não parecia satisfeito ao dizer isso, mas também não parecia surpreso.


"Caçar Heimdall não era um ato de arrependimento."


"Era uma limpeza."


"Era uma tentativa de apagar o registro. De jogar a culpa em um só nome e manter o resto do panteão intacto."


"E ao mesmo tempo, era medo."


"Meus irmãos queriam ele de volta para punir e controlar, mas também queriam ele longe o suficiente para não atrapalhar a reorganização."


"E enquanto isso… Heimdall não dava sinal de retorno."


O Curupira então passou para Geb, sem alterar o peso da fala.


"Foi nesse vazio que Geb foi aceito como o líder temporário."


"Não porque eles amassem Geb. Eles não amam ninguém."


"Foi porque precisavam de alguém que parecesse estável quando o Reino Divino estava tremendo."


"Geb tem essa aparência de estabilidade. Tem essa postura de rocha. Tem essa capacidade de transformar caos em organização, ao menos na superfície."


"Então eles colocaram Geb como a figura de destaque entre nós."


"Não como um sinal de esperança, mas como uma espécie de contenção de danos."


O Curupira deixou claro o que isso significou, sem elogio nenhum.


"Contudo, mesmo com o status, Geb não fez nada concreto para restabelecer domínio total sobre o universo."


"Geb não trabalhava para a criação."


"Ele nunca trabalhou."


"Ele trabalhava para a manutenção do jogo. Para que o mapa continue existindo. Para que as peças continuassem se movendo dentro de regras."


O Curupira deixou a frase terminar onde precisava, sem vontade de embelezar.


"Vocês, criação, cometem um erro comum quando tentam entender os meus irmãos." Ele continuou: "Vocês atribuem fome a eles. Atribuem necessidade. Atribuem dependência."


"Não é assim."


"Meus irmãos não se alimentam de energia de seres vivos. Eles não precisam de cultos para ficarem mais fortes. O poder deles não vem do exterior, porque eles não foram feitos para mendigar poder."


"Os cultos só servem para o ego. Para a certeza deturpada de que a ordem do universo é sinônimo de obediência ao nome deles."


O Curupira falou isso como quem descreve uma doença que ninguém quer admitir.


"Controle, para eles, não é um meio. É o fim."


"E a crença que sustenta tudo o que fazem é simples, arrogante e perigosa: eles acreditam que são os responsáveis por manter a ordem, e que sem eles tudo já teria acabado."


"Não porque estudaram o universo e chegaram a essa conclusão, mas, sim, porque essa conclusão os coloca acima de qualquer questionamento."


"Então quando eles esmagam, punem, definem, proíbem, não é por fome de energia. É por convicção de soberania. É por um senso de missão que nunca foi conferido por ninguém."


O Curupira não esperou ninguém reagir, e continuou: "Foi por isso que Geb foi tolerado naquele período."


"Ele não foi escolhido por ser bom. Nem por ser justo. Nem por ser o mais sábio."


"Ele foi escolhido porque parecia capaz de impedir que o Reino Divino se partisse em facções definitivas no momento em que meus irmãos estavam feridos e, pela primeira vez, inseguros."


"E mesmo assim, Geb não restaurou nada."


"Geb prefere regras. Prefere limitações. Prefere estruturas que façam a guerra durar o suficiente para ainda existir amanhã, pois em comparação a nós, deuses, o amanhã não pertence à criação."


O Curupira não tratou isso como uma acusação. Era apenas como um retrato.


"Enquanto isso, o Pai de Todos dormia."


De novo, a palavra foi dita com o peso correto.


"Pai de Todos."


Ele não disse "Odin", e não houve sequer uma sombra de intimidade no som.


"Nem eu, nem meus irmãos, nunca o chamamos pelo nome. Não existe deus que trate essa figura como par. Não existe deus que arrisque desrespeitar o que ele representa, mesmo quando ele está ausente."


O Curupira deixou claro que ausência, ali, não significava fraqueza.


"O Pai de Todos tem ciclos de sono que duram milênios."


"Durante a maior parte das crises, ele esteve dormindo."


“Na verdade, elas certamente aconteceram justamente por ele estar dormindo.”


"E o Reino Divino aprendeu a respirar nesses períodos com medo e alívio ao mesmo tempo, porque quando ele está dormindo, o comando não existe de forma absoluta. Mas quando ele acorda… tudo se curva, mesmo sem ele ordenar."


O Curupira olhou para o grupo como se soubesse que aquilo era difícil de imaginar, então ele não descreveu a beleza. Ele descreveu a pressão.


"A presença do Pai de Todos não é uma presença social."


"É uma força sobrenatural."


"Uma aura esmagadora e sufocante que não precisa de intenção para matar."


"Mesmo entre os Grandes Deuses, poucos suportam mais do que alguns minutos perto dele sem sentir o corpo e a essência sendo comprimidos."


"Seres menos poderosos… não têm escolha. Eles não suportam sequer a aproximação."


"E isso nunca foi por qualquer forma de punição, e sim por consequência."


Depois de falar da arma esmagadora de Odin, o Curupira foi direto ao segundo nome que, para ele, era tão importante quanto a própria ideia de trono.


"E então… tem… Krishna."


"O Guardião."


"Aquele que possui o Dom da Barreira."


Mesmo parecendo, ele não falou aquilo como quem lista títulos para impressionar. Falou como quem dá o contexto necessário para não haver interpretação errada.


"Krishna vive ao lado do Pai de Todos."


"Quando o Pai de Todos dorme, Krishna está o tempo inteiro ao lado dele."


"Quando o Pai de Todos está acordado, Krishna sustenta uma barreira."


"Uma barreira que não é para proteger o Pai de Todos de nada."


"É para proteger o Reino Divino do Pai de Todos."


"Sem Krishna, a aura dele vazaria por completo e sufocaria até os meus irmãos."


"Krishna contém parte desse peso para que o próprio panteão consiga existir na mesma sala."


"E por isso Krishna sempre foi o guardião perfeito."


"Ele não discutia política."


"Ele não disputava status."


"Ele não buscava influência. Nunca buscou isso."


"Ele velava."


O Curupira fez a transição sem floreio, porque o ponto não era bonito. Era só uma descrição.


"Krishna nunca se envolveu nos assuntos dos meus irmãos sem que o Pai de Todos estivesse acordado e ordenasse."


"Nunca."


"Esse era o pacto silencioso que ele tinha com as coisas."


"Essa era a regra que mantinha até mesmo os mais arrogantes dentro de uma linha, porque, se algum dia Krishna saísse do seu lugar sem receber uma ordem, significaria que algo maior estava acontecendo."


O Curupira deixou o silêncio interno da própria frase terminar, e então entregou a parte que importava para o presente.


"E essa regra mudou agora."


Ele não levantou a voz, mas, pela primeira vez, o relato dele deixou de ser um passado e encostou no mesmo tempo em que todos ali estavam.


"Agora… Neste exato momento, mesmo com o Pai de Todos em seu sono, Krishna saiu."


"Ele saiu do lado dele."


"Ele deixou o lugar que nunca deixou."


"E desta vez, não foi para acompanhar uma ordem."


"Foi para tomar as rédeas do Reino Divino."


O Curupira não disse isso como especulação. Ele disse como quem observa a maré antes de uma inundação.


"Vocês precisam entender o que isso significa."


"Quando meus irmãos brigavam, brigavam dentro de um caos conhecido. Um caos de egos que disputam desde os primórdios, de vaidades que se atropelam, de feridos que procuram culpados."


"Mas com Krishna conduzindo, o caos vira… Direção."


"Ele não é um deus comum."


"Ele não se move por orgulho como os outros."


"Ele se move por uma função."


"E quando uma função dessas se desloca sem o Pai de Todos estar acordado, não é porque alguém teve coragem."


"É porque alguém decidiu que não dá mais tempo de esperar o despertar."


O Curupira manteve o tom, e foi justamente isso que tornou a coisa pior, porque, nas palavras dele, não havia espaço para se enganar.


"Meus irmãos estão se preparando."


"Por uma crença doentia de que, se a criação crescer sem uma coleira, ela se tornará uma ameaça ao universo."


"E eles sempre preferem matar tudo e todos a admitir que não estão no controle."


O Curupira voltou, então, ao ponto que ele vinha costurando desde o início, como se tudo fosse uma única explicação e não uma coleção de fatos.


"Quando Gold os humilhou, o panteão aprendeu a ter medo."


"Quando Heimdall virou uma caça e desapareceu, o panteão perdeu um eixo e tentou substituir isso com Geb."


"Quando o Pai de Todos permaneceu dormindo, o panteão ficou solto demais para ser eficiente."


"E agora, com Krishna saindo do seu lugar, o panteão está num caminho de eficiência."


O Curupira concluiu sem ornamentação, porque o aviso não precisava de poesia para existir.


"Eu vim até aqui porque vocês quase se destruíram por dentro, e isso teria oferecido aos meus irmãos uma vitória mais fácil."


"Eu vim porque impedir a guerra entre vocês não é uma gentileza. É uma estratégia contra a aniquilação de tudo o que a criação representa."


"E eu estou te dizendo isso, Zao Tian, porque a preparação deles não é um rumor."


"É um movimento que está acontecendo agora."





O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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