top of page
Garanta o seu exemplar.png

Capítulo UHL 1214 - A Grande Guerra

[Capítulo patrocinado por Alberto Augusto Grasel Neto. Muito obrigado pela contribuição!!! 


ATENÇÃO: LINK ATUALIZADO. Venham fazer parte da nossa comunidade no Telegram! https://t.me/+tuQ4k5fTfgc1YWY5


ATENÇÃO: OS EXEMPLARES FÍSICOS E DIGITAIS DO PRIMEIRO LIVRO DE O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS NAS MAIORES LIVRARIAS DO BRASIL E DO MUNDO. APOIE O NOSSO TRABALHO E GARANTA JÁ UM EXEMPLAR TOTALMENTE REESCRITO E REVISADO, E COM TRECHOS INÉDITOS.


Quer ver um mangá de O Último Herdeiro Da Luz? Então, a sua ajuda é muito importante para que possamos alcançar novos limites!


Para patrocinar um capítulo, use a chave PIX: 31988962934, ou acesse https://www.ultimoherdeirodaluz.com/patrocinarcap para outros métodos de pagamento, que podem ser parcelados em até 3x sem juros.


Para ver as artes oficiais da novel, que estão sendo postadas diariamente, siga a página do Facebook https://www.facebook.com/Herdeirodaluz


Ou a página do instagram https://www.instagram.com/herdeirodaluz/


Todas as artes e outras novidades serão postadas nas nossas redes sociais, e vêm muitas outras por aí, então siga as nossas páginas e não perca a chance de mostrar à sua mente qual é o rosto do seu personagem favorito!


Ps: Link do Telegram atualizado!


Tenham uma boa leitura!]


-----------------------


O Curupira não alterou o tom depois do prelúdio da Grande Guerra, pois o que viria a seguir não era mais uma sequência de acontecimentos. Era uma estratégia sendo aplicada em escala cósmica.


"Quando os termos foram impostos e os tratados existiram, por um tempo, alguns acreditaram que aquilo tinha encerrado a parte principal do conflito." O Curupira disse: "Mas o que aconteceu foi o contrário."


"Os tratados foram apenas uma forma de fechar uma porta enquanto se abriam outras."


Ele explicou sem tentar romantizar. O acordo não tinha sido construído para criar paz. Tinha sido construído para estabelecer limites de intervenção direta, para organizar linhas, para impedir que a própria guerra consumisse o que os deuses ainda queriam preservar. Era, no entendimento deles, uma forma de manter a criação utilizável.


"E mesmo depois dos termos, a busca por Gold não parou." O Curupira continuou: "Não parou porque a variável principal não tinha sido removida da equação."


Gold continuava fora do alcance. Para quem via de fora, aquilo podia parecer um detalhe. Para Odin, era o centro do problema.


O Curupira não fez rodeios ao dizer o que Odin entendeu naquele período, e disse com a frieza de quem reconhece um raciocínio que foi compartilhado por muitos.


"O Pai de Todos estava correndo contra o próprio sono." O Curupira disse: "Ele não tinha o luxo de esperar por um erro do Profano."


"E ele também não tinha o luxo de procurar com paciência."


Ele então usou uma imagem simples, que não tinha nada de poética, mas era a melhor forma de explicar o que houve: "Se você não consegue tirar o animal da toca, você incendeia a floresta inteira."


O Curupira deixou claro que Gold não estava apenas escondido em um lugar. Gold tinha construído uma forma de inexistir e, por consequência, qualquer rastreamento era ineficaz. E se o olhar não alcança, você precisa mover tudo que existe no ambiente.


"Os deuses tentaram tudo que era possível tentar antes do incêndio." O Curupira disse: "Selos de alerta em rotas prováveis."


"Interdições em regiões onde a energia espiritual mostrava padrões incomuns."


"Ampliação da vigilância sobre raças consideradas mais propensas a acolher alguém como ele."


"Uso de Protetores e Semideuses em redes de ocupação, porque eles podiam se infiltrar onde um Grande Deus chamaria atenção demais."


Ele não entrou nos detalhes íntimos do mecanismo de rastreio, porque aquilo era irrelevante perante o resultado.


"Nada funcionou."


"Não houve sucesso."


"E quanto mais o tempo passava, mais o Pai de Todos enxergava a mesma imagem." O Curupira continuou: "A mesma visão do Fim dos Tempos."


"A mesma sentença de que o futuro não tinha sido alterado."


"E quanto mais próxima a possibilidade do sono dele ficava, mais agressivos nós tínhamos que ser.


O Curupira não descreveu a decisão como algo repentino. Ele descreveu como um horizonte que se fechou.


"Então o único horizonte possível foi a guerra." Ele disse: "Não uma guerra local."


"Não uma guerra contra um povo específico."


"Uma guerra que obrigaria o cosmos inteiro a se mexer."


Ele então explicou o que isso significava em termos práticos e logísticos: "O panteão não podia se agrupar."


"Se se agrupasse, perdia alcance."


"Se perdesse alcance, perdia eficácia."


"E sem criar o “incêndio” que era necessário, Gold continuaria invisível."


“A distribuição foi pensada com antecedência. Não havia improviso.”


“Os Grandes Deuses não se moveram como soldados comuns. Eles foram posicionados como pontos de ruptura. Como instrumentos destinados a eliminar alvos que, se permanecessem vivos, poderiam criar resistência suficiente para atrasar o avanço.”


"No começo, os Grandes Deuses foram espalhados em pontos específicos do cosmos. Pontos que já existiam no mapa de risco do Pai de Todos."


"Alvos poderosos, raças com tradição de cultivo, mundos cuja estrutura espiritual permitia crescimentos rápidos."


"Centros de influência."


"Locais onde uma única vitória podia virar uma onda."


"Os Protetores e os Semideuses funcionavam como forças de ataque franco e ocupação."


"Eram os que aterravam em solo, os que sustentavam linhas, os que mantinham mundos sob uma pressão constante."


“Essa era uma necessidade operacional."


O Curupira então explicou o primeiro problema evidente: "Atacar em muitos pontos ao mesmo tempo cria um problema de números."


"Você não consegue estar em todos os lugares."


"Você não consegue segurar todos os campos ao mesmo tempo."


"A guerra se espalha mais rápido do que qualquer comando pode responder."


Logo em seguida, ele também explicou o que os deuses fizeram para contornar isso, e como esse contorno já tinha sido pensado antes mesmo do primeiro ataque.


"Nós atacamos os mundos mais fracos primeiro."


"Planetas cujas defesas eram baixas."


"Raças cujas capacidades de reação eram lentas."


"Alvos que poderiam ser eliminados com um único golpe."


“A lógica era cruel e simples…”


"Se eliminássemos os fracos primeiro, reduziríamos o número de frentes."


"Removeríamos pontos de fuga e teríamos liberdade para concentrar esforços nos problemas de verdade."


O Curupira não tentou fingir que aquilo era uma consequência inevitável do universo.


Ele disse do jeito que era.


"Nós erradicamos."


"Não derrotamos."


"Erradicamos."


Ele falou como alguém descrevendo uma sequência de ações que tinha visto de perto. Como alguém que tinha participado, e por isso não precisava inventar palavras grandes.


"Já posicionados, com tudo planejado há muito tempo, os deuses dizimaram raças inteiras em um piscar de olhos." O Curupira disse.


"Algumas raças desapareceram sem que outras sequer soubessem que existiam."


"Planetas sumiram do mapa antes de qualquer aviso."


"Não havia como pedir socorro."


"Não havia para onde fugir."


Enquanto contava o que houve, o Curupira então colocou a própria assinatura dentro daquela linha de massacre, sem tentar aliviar o peso de sua culpa.


"Eu tive a minha parte." Ele disse.


"Eu fui responsável por atacar um conjunto de planetas vizinhos."


"Um conjunto chamado Círculo de Vhal."


"Eles eram ocupados por uma raça chamada Vhaleri."


Atualmente, a raça não existia mais, e o Curupira disse isso sem ênfase, como se a própria ausência dela fosse um fato geográfico.


"Os Vhaleri eram conhecidos por uma coisa: densidade espiritual anormalmente estável."


"Os corpos deles suportavam compressão de energia sem colapsar."


"Isso produzia cultivadores medianos com uma consistência que parecia uma fábrica."


Após dizer isso, ele explicou por que aquilo era um risco no mapa de Odin.


"Raças estáveis crescem em silêncio."


"Elas não precisam de prodígios."


"Elas produzem em quantidade."


"E quantidade, quando ganha tempo, vira resistência."


“Então a ordem que recebi foi objetiva.”


"O objetivo era eliminar as três âncoras do Círculo de Vhal." O Curupira disse.


"Três planetas onde a maior parte da população vivia."


"Os outros eram satélites, colônias menores, rotas de extração."


"Eu não fui lá para lutar contra um exército."


"Eu fui lá para impedir que um exército existisse."


Ele então descreveu a consequência de sua presença naquele campo: "Eu destruí todos aqueles mundos."


"Eu fiz o que um Grande Deus pode fazer quando não encontra uma oposição equivalente."


"Não sobrou cultura para ser lembrada."


"Não sobraram linhagens."


"Não sobrou uma única cidade."


O Curupira fez uma pausa curta, e quando falou de novo, não houve orgulho.


"Hoje, eu não me orgulho disso." Ele disse: "Mas naquele tempo, eu achava que estava fazendo o certo."


"Eu achava que era necessário para o universo."


Ele apenas deixou a frase no ar e seguiu, porque o capítulo que ele contava não permitia espaço para nenhuma lamentação longa.


"Depois do Círculo de Vhal, eu fui enviado para um mundo de gigantes." O Curupira continuou.


"O nome daquele mundo era Hadrion."


“Os gigantes de Hadrion não eram a caricatura de criaturas brutas. Eram uma raça antiga, com uma estrutura espiritual diferente, e isso, por si só, já era motivo para eles entrarem no mapa de risco.”


"Eles tinham uma relação direta com o elemento luz."


"Os corpos deles armazenavam luz como outros armazenam sangue."


“E o alvo principal daquele mundo tinha um nome… Eryon de Hadrion."


O Curupira não descreveu a aparência do gigante. Ele descreveu a relevância.


"Eryon era um cultivador de luz, mas não era um cultivador comum."


"Ele tinha construído uma escola. Uma escola que não dependia de uma linhagem poderosa para formar excelentes guerreiros."


"Eryon era, para o Pai de Todos, uma ameaça técnica."


"Eryon nasceu numa era em que os gigantes eram vistos como úteis e trabalhavam na construção de domínios, sustentavam estruturas, e eram contratados por deuses menores para tarefas que exigiam força e estabilidade."


"Mas Eryon viveu a libertação proporcionada por Gold e aprendeu o caminho marcial. Um caminho que, depois que começou a seguir, nunca mais parou, e dedicou parte da sua vida a difundi-lo para os outros.


Isso, num universo onde os deuses pretendiam estabelecer uma limpeza, era inaceitável.


"Então eu fui até Hadrion." O Curupira disse, e ele descreveu a dificuldade sem transformar Eryon em um igual, mas reconhecendo que alvos os prioritários não caíam com facilidade, e que muitos Grandes Deuses encontraram uma resistência real.


"As lutas contra os alvos prioritários foram difíceis para muitos de nós." O Curupira disse: “Porque esses alvos existiam por um motivo."


"Eryon era um deles. E ele não tentou me enfrentar como um desesperado."


"Ele tentou me enfrentar como alguém que sabia o que eu era."


"Mas Eryon caiu. E com ele, Hadrion foi destruído."


O Curupira explicou a parte que, na época, parecia justificável para ele, e que hoje parecia apenas um registro de como a justificativa engole qualquer moral.


"Enquanto isso acontecia, outros Grandes Deuses faziam o mesmo em outros pontos." O Curupira disse.


"Nós fizemos isso em muitos pontos ao mesmo tempo." Ele disse.


"A ideia era simples: se Gold estava escondido em algum lugar, então precisávamos forçá-lo a sair. Seja para se salvar, ou para ajudar os outros."


"Havia uma pressão sendo espalhada com essa finalidade."


Ele não falou como se estivesse recitando um plano. Falou como quem lembra do primeiro impacto e do que ele causou.


"Os primeiros ataques foram simultâneos."


"Não deu tempo para ninguém entender o que estava acontecendo antes de começar a morrer."


"Quando uma raça percebia que estava em guerra, já era tarde para formar alianças."


"Quando um planeta tentava pedir ajuda, a ajuda já estava sob ataque em outro canto."


"Os Protetores e Semideuses foram lançados como enxames."


"Eles chegavam para abrir caminho, quebrar a resistência local, tomar pontos estratégicos, e deixar aquele mundo sangrando."


"Depois, quando necessário, nós entrávamos."


"Quando não era necessário, eles sozinhos davam conta, porque a maioria dos lugares era fraco demais para entender o que era um deus."


Naquela parte, o Curupira manteve o "nós" como se fosse uma dívida.


"Eu não vou colocar isso nas costas do Pai de Todos como se todo o resto fosse inocente."


"Nós aceitamos."


"Nós executamos."


"Nós nos convencemos de que a culpa era do futuro que ele viu."


Depois de dizer aquilo, ele lamentou: "Você não precisa de batalha longa para apagar uma raça que mal aprendeu a se defender..."


"Quando a simultaneidade abriu frentes demais, nós priorizamos os fracos."


"Eliminando os fáceis, nós reduzimos o número de lugares que ainda podiam esconder alguém."


"Eu vi planetas serem apagados em uma tarde."


"Eu vi capitais virarem crateras e, no dia seguinte, já não existir ninguém para lembrar o nome do lugar."


"Eu vi raças inteiras morrerem sem compreender a razão."


Ele não tentou embelezar com termos cósmicos. A guerra, para quem estava embaixo, era visceral.


"Gritos."


"Sangue."


"Criaturas correndo para lugar nenhum."


"A mera possibilidade de resistência foi quebrada com o corpo ainda em pé."


Ele então falou de si outra vez, porque ele não queria que a narrativa virasse uma abstenção.


"Eu participei desse começo."


"E eu não fui delicado."


A voz dele não ficou mais alta. Ela ficou mais seca.


"Alguns alvos prioritários nos atrasaram."


"Alguns nos feriram."


"Alguns nos obrigaram a gastar tempo, mas quando um alvo era realmente perigoso, nós o esmagávamos com tudo o que tínhamos."


"Quando não era, nós apagávamos o mundo inteiro para não ter trabalho depois."


Após uma breve pausa, ele então trouxe o foco para Decarius, porque era o ponto do mapa que mais interessava ao grupo e aos deuses.


"Decarius era o alvo máximo desde o princípio."


"Mas Decarius não recebeu o peso total de nós logo no começo."


Ele explicou: "Nós não podíamos juntar as forças ainda, porque a guerra dependia de muitas frentes."


"Dependia de espalhar o incêndio."


"Sendo assim, os primeiros que atacaram foram Protetores e Semideuses."


"Grupos sucessivos e compactos."


"Eles atacavam para abrir frentes, deixavam mortos, e voltavam ou morriam, enquanto outros vinham no lugar."


Logo em seguida, ele colocou Odin no centro da decisão, mas não tirou o peso do resto.


"O Pai de Todos sabia que estava mandando muitos para a morte."


"Ele sabia que os humanos matariam uma parte deles."


"Ele sabia que Decarius, sozinho, era capaz de fazer esse tipo de estrago no começo, porque a humanidade já tinha aprendido a lutar."


"Mesmo assim, ele os mandou."


Ele então explicou por quê: "Porque a função desses ataques não era vencer."


"Era manter a humanidade presa ao próprio chão."


"Era fazer Decarius virar um campo de batalha permanente, para que os humanos não tivessem espaço mental nem tempo para olhar para fora e entender o que estava acontecendo no resto do cosmos."


O Curupira descreveu o que isso gerou no planeta.


"Decarius não teve pausa."


"Não teve reconstrução."


"Não teve tempo para consolidar vitória alguma."


"Cada defesa vinha com um custo que se acumulava."


"Cada vitória humana era seguida por outro ataque, outra incursão, outro lugar queimando."


Ele não falou de heroísmo naquele ponto, porque ele estava contando a guerra como ela foi, não como alguém gostaria de lembrá-la.


"Graças àquela abordagem, os humanos não estavam salvando o universo."


"Eles estavam tentando sobreviver ao ataque seguinte."


Foi então que ele trouxe à tona outro ator que teve um grande papel no cumprimento dessa missão…


"E foi aí que Zaki fez diferença." O Curupira revelou: "Até aquele ponto, Decarius era sustentado pela própria teimosia humana."


"E Zaki mudou isso."


"Ele deu apoio para o lado divino quando o lado divino começou a perceber que, mesmo mandando ondas, a humanidade estava sustentando."


O Curupira não usou palavras gentis para esclarecer o que realmente aconteceu: "Zaki se voltou contra a humanidade."


"O Reino da Luz se voltou contra a humanidade."


"Não mais com discursos, e sim, com ações."


"Eles foram nosso suporte direto na guerra em Decarius."


Depois de uma breve pausa, ele explicou o que isso permitiu.


"Protetores e Semideuses continuaram chegando e morrendo, mas com Zaki ali, a pressão se manteve estável."


"Os ataques deixaram de ser apenas tentativas de desgaste e viraram uma contenção real."


"Os humanos continuavam ocupados, mas agora havia inteligência e suporte do lado divino para impedir que eles transformassem a defesa em um contra-ataque."


O Curupira falou do que isso significava no tabuleiro de Odin.


"Isso comprou tempo."


"E tempo era o que o Pai de Todos precisava para terminar o que estava fazendo em outros lugares."


"Enquanto Decarius sangrava, o resto do cosmos era apagado em alta velocidade."


"Trilhões morreram."


"E eu não digo isso como figura de linguagem."


"Eu digo porque, quando você começa a somar planetas inteiros que desapareceram, esse número começa a parecer até pequeno."


Logo depois, ele acrescentou a parte que tornava a guerra divina pior do que qualquer guerra mortal.


"Nós perdemos muitos."


"Protetores caíram em massa."


"Semideuses foram destruídos como se fossem descartáveis."


"Mas para nós isso não encerrava nada, porque nós sabíamos que a morte deles não era definitiva."


"Essa certeza é o que permitiu que a guerra continuasse sem freio."


O Curupira deixou essa ideia cravar e então avançou para o ponto em que a maré começava a mudar, preparando o caminho para o momento em que os Grandes Deuses voltariam o olhar com mais força para a humanidade.


"Quando os alvos prioritários fora de Decarius começaram a cair, nós começamos a ter liberdade para mover peças."


"Liberdade para sair de frentes distantes."


"Liberdade para voltar."


"Decarius foi mantido ocupado até o momento em que não seria mais só ocupado e distraído… Foi mantido ocupado até o momento em que o peso real começaria a descer..."


"E com Zaki sustentando a pressão, nós ganhamos o tempo que queríamos.. Ganhamos tempo para juntar a mão que faltava ao redor da humanidade."



O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
bottom of page