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Capítulo UHL 1216 - Um Golpe Fatal

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Tenham uma boa leitura!]


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O Curupira não mudou o ritmo ao entrar nessa parte porque, para ele, o que vinha a seguir era o momento em que a guerra deixou de ser um desgaste e virou uma aniquilação em grande escala. Não havia mais a ilusão de que Decarius podia continuar sendo apenas um campo de distração, pois o incêndio no resto do cosmos já tinha feito o que precisava fazer. 


Quando as frentes foram se fechando e os alvos prioritários caíram, o panteão começou a ter a liberdade que faltava no começo. Galáxias inteiras já tinham sido reduzidas a nada, e isso liberou as mãos que estavam ocupadas até então.


"Nós seguramos Decarius preso numa rotina de ataques por tempo suficiente para terminarmos o que precisávamos terminar fora." O Curupira disse.


Ele não falou de forma abstrata. Ele falou como alguém que carregava um mapa de mortes na memória e sabia o que significava cada marca.


"Eu estava longe de Decarius por um tempo, cumprindo ordens em outros pontos, e mesmo assim eu recebia relatos."


"Relatos de ondas de Protetores morrendo."


"Relatos de Semideuses sendo esmagados por lideranças humanas."


O Curupira não fingiu que aquilo era uma guerra equilibrada. Era um desenho. E o desenho precisava de tempo. Ele deixou isso claro porque, quando os Grandes Deuses chegaram, não foi como um reforço para ajudar um aliado em apuros. Foi a decisão final de levar o peso para onde ele sempre esteve apontado.


"A chegada dos Grandes Deuses em Decarius aconteceu em peso." Ele disse.


"Não foi um ou dois."


"Foi um golpe concentrado."


"Foi o momento em que nós finalmente paramos de distrair Decarius e passamos a tratá-lo como o alvo principal."


"Cada uma das principais linhas de defesa humanas recebeu pelo menos um de nós."


"E isso realmente foi necessário."


O Curupira não disse isso apenas como um elogio aos humanos. Disse como reconhecimento do problema que Decarius tinha representado mesmo antes da chegada do peso real.


"Rá foi para o Reino Esmeralda e atacou Halfkor diretamente." O Curupira disse.


"Halfkor sustentava uma parte do planeta que ainda conseguia se organizar."


"Ele mantinha rotas de resposta."


"Mantinha a disciplina."


"Mantinha humanos vivos para lutar de novo e de novo."


"Quando Rá entrou, o campo de batalhou deixou de ser um lugar onde você perde homens e virou um lugar onde você perde territórios inteiros sem entender como."


"O que antes era uma frente de batalha, virou um grande vazio."


"Uma técnica trocada perto demais de uma metrópole apagava a cidade, e não porque alguém mirou nela, mas porque a energia residual do golpe fazia isso sozinha."


O Curupira continuou, e ao citar os outros movimentos ele manteve a mesma lógica: cada nome correspondia a uma linha humana, e o panteão foi exatamente nessas linhas.


"Ares e Osíris foram para o Reino da Escuridão." Ele disse.


Essa era a parte que não precisava de muitas explicações. Daren e o Reino da Escuridão, que tinham repelido ondas como se fossem moscas, foram atacados por dois Grandes Deuses de um só vez.


"Ares e Osíris foram até lá para atacar com tudo e acabar com o máximo de soldados até a chegada de Krishna, que iria para lá enfrentar Daren, mas estava em uma outra missão…"


O Curupira manteve o que ele sabia e o que ele viu de relatos e do próprio movimento do panteão.


"Se o Reino da Escuridão continuasse intacto, a humanidade teria um núcleo duro demais para quebrar."


"Se Daren continuasse livre para se mover, o resto do planeta poderia começar a receber apoio e virar outra guerra."


“Então, por cálculo, o golpe principal foi ali.”


O Curupira deixou isso assentado como um massacre real acontecendo sobretudo no choque entre Grandes Deuses e os pilares humanos.


"A partir daquele momento, a maior parte do massacre aconteceu durante essas lutas." Ele disse.


"Não porque o resto parou, mas porque essas lutas apagavam a vida só pelo fato de existirem."


Ele continuou com a distribuição.


"Tânatos e Poseidon foram juntos atrás de Elijah."


O Curupira, porém, não fez disso uma cena heroica. Ele descreveu o motivo pelo qual dois Grandes Deuses foram designados, afinal, Elijah tinha criado um ponto de contenção que tinha custado muitos deuses.


"Elijah tinha impedido avanço de parte das tropas do Reino da Luz."


"Tinha transformado a marcha deles em sangue."


"Tinha feito o Reino da Luz perder o que eles não queriam perder: tempo, moral e convicção."


"Quando Poseidon e Tânatos foram para lá, eles foram para garantir que aquilo acabasse."


"A ideia não era vencer uma batalha."


"A ideia era impedir que um lugar como aquele continuasse existindo."


O Curupira não quis prolongar. Ele amarrou isso ao efeito global: quando uma liderança humana dessas é pressionada por dois Grandes Deuses, a guerra ao redor deixa de ter forma.


"O céu é rasgado por esse tipo de confronto."


“Mesmo que o líder resista, o território em volta dele morre."


"Você vence de pé e perde tudo ao redor."


Ele então fez a transição para o centro do planeta, porque ali estava o movimento mais perigoso de todos.


"Geb foi para o centro de Decarius."


Ele disse o nome com a gravidade certa. Não por reverência ao deus, mas pelo objetivo: A missão de Geb não era ir atrás de um exército. Era ir atrás do próprio planeta.


"Geb foi para atacar Pemma Wangchuck, para destruir o planeta humano."


O Curupira deixou claro que isso não era uma figura de linguagem.


"Decarius já estava à beira do colapso antes da entrada dos Grandes Deuses."


"Quando nós entramos, o planeta começou a perder pedaços de verdade."


"Partes da crosta cediam em sequência."


"Regiões inteiras eram rasgadas e rebaixadas como se fossem papel molhado."


"Não era só uma cidade que sumia."


"Era a geografia."


"Pemma estava segurando Decarius com as mãos, literalmente." Ele disse: "Com esforço e trabalho contínuo."


"Cada golpe trocado na superfície destruía parte do planeta."


"E Pemma reconstruía enquanto acontecia."


"Ele não podia esperar o fim da luta para reparar, porque, se ele esperasse, não haveria mais planeta para reparar."


O Curupira então colocou a condição que tornou aquilo ainda pior: Pemma tinha feito a promessa de nunca mais matar.


"Pemma, mesmo naquela guerra, mantinha a promessa."


"Ele não estava ali para ampliar nenhum massacre."


"Ele estava ali para impedir que o mundo inteiro virasse um amontoado de entulho cósmico."


“E essa promessa, dentro daquele cenário, tinha um custo muito elevado…”


"Ele gastava muita energia reconstruindo."


"Ele gastava muita energia estabilizando."


"Ele gastava muita energia impedindo que as feridas do planeta virassem um colapso total."


"E isso significava que ele já estava drenado antes mesmo de encarar um Grande Deus de frente."


"Quando Geb atacou, ele encontrou um inimigo que já estava com a concentração dividida."


"Pemma estava segurando o planeta e tentando neutralizar um Grande Deus ao mesmo tempo.


“Ele estava lutando enquanto mantinha Decarius inteiro unido."


O Curupira não precisou dramatizar, porque aquilo era cruel por si só.


"Geb não precisou vencer Pemma primeiro para matar muita gente."


"Ele só precisou atacar forte o suficiente para que Pemma não conseguisse reconstruir tudo a tempo. E quando Pemma não era capaz de fazer isso, milhões morriam sem nem entender por quê."


Ele respirou fundo e então colocou a última peça, que foi a pior para o moral humano, porque era pessoal e simbólica.


"Enquanto isso… Zeus e o próprio Zaki foram atrás de Moira."


O Curupira disse como fato, sem tentar carregar emoção, mas isso, por si só, era simbólico demais.


"Moira era uma linha de defesa."


"Uma liderança."


"Um eixo de resistência."


"E o ataque em cima dela não foi feito por acaso."


Ele descreveu a função do ataque.


“Enfrentar Zaki era algo difícil para Moira, sendo assim, eles poderiam contê-la de forma mais fácil.”


“Ela era capaz de enfrentar Zeus em pé de igualdade, mas Zaki, que era mais forte ainda, envolvia algo que ía além da força e ocupava um espaço mais… sentimental.”


“Os dois enfrentaram Moira, enquanto o Reino da Luz erradicava o tão temido e orgulhoso Mar dos Monstros que ela tinha criado.”


“Moira resistiu bravamente, mas ela estava em uma luta que não tinha chance alguma de vitória.”


O Curupira não descreveu o confronto com Moira como uma batalha comum, porque não foi. Ali, o peso não estava apenas na força de Zeus ou na presença de Zaki. O peso estava no que aquilo significava para o planeta inteiro: uma liderança humana sendo esmagada por um humano que tinha virado um braço dos deuses, enquanto um Grande Deus cumpria, ao mesmo tempo, uma função que não dependia de uma vitória imediata.


"Moira não perdeu só porque era mais fraca." O Curupira disse: "Ela perdeu porque a guerra já tinha sido construída para que ela perdesse."


Ele disse que a diferença entre enfrentar Zeus e enfrentar Zaki não era uma diferença de potência pura, embora isso também existisse. Era uma diferença de natureza. Zeus era uma calamidade direta, um general enviado por Odin para executar, abrir caminho e manter a ordem do ataque. Zaki era um veneno moral, porque ele carregava a linguagem da paz e da justiça enquanto ajudava a esmagar uma das únicas pessoas que acreditaram nele até o fim.


"Zaki subjugou Moira." O Curupira disse: "Ele não precisou matá-la na hora. Ele precisava colocá-la no chão, reduzir a resistência dela até não sobrar espaço para uma próxima reação."


Ele contou que Moira resistiu como alguém que se recusa a entregar o planeta, mas resistir não significava ter chance. Aquele tipo de luta não terminava quando alguém cansava. Terminava quando um erro custava tudo, e um erro, contra duas presenças desse nível, era inevitável. Moira tinha construído um mar para deter, para alimentar a própria defesa, para transformar o território em uma arma. Contudo, o Reino da Luz, junto com a presença deles, erradicou o Mar dos Monstros como se fosse um excesso que precisava ser removido da paisagem.


"Eu vi o que eles fizeram com aquilo." O Curupira disse: "Não foi só destruir uma criatura. Foi destruir a ideia de que Moira podia moldar o próprio território e ainda assim segurar um continente."


Ele descreveu a cena pelo resultado, porque era isso que a guerra deixava registrado. O mar, que era orgulho e ameaça, virou ruína. Aquilo que tinha dado aos humanos uma sensação de vantagem virou só mais um pedaço do planeta que precisava ser reconstruído por Pemma em algum lugar distante, se ainda houvesse tempo.


"E enquanto Zaki prendia Moira no ritmo dele, Zeus fazia outra coisa." O Curupira disse.


Ele não falou isso como se Zeus estivesse distraído. Zeus não precisava escolher um único objetivo porque suas ordens não eram simples. Odin não queria apenas quebrar a liderança atual. Odin queria impedir que a humanidade levantasse outra igual no futuro.


"Zeus não estava ali só para lutar." O Curupira disse: "Ele estava ali para mutilar o amanhã."


O Curupira então falou do Dom do Selo de Zeus sem enfeitar, como se fosse uma operação de guerra. 


"Enquanto Zaki mantinha Moira ocupada, Zeus usou o Dom do Selo para atacar a matriz." O Curupira disse: "A matriz dos Grandes Santos… A própria linhagem deles."


“Zeus não selou uma pessoa. Ele selou a linhagem. Ele foi atrás do que poderia existir depois. Foi atrás de possibilidades, de descendentes, de ramificações que, ao longo de décadas e séculos, poderiam gerar novos pilares capazes de repetir o que os Grandes Santos já tinham feito em Decarius.”


"Era isso que o Pai de Todos queria." O Curupira disse. "Que não houvesse repetição."


No começo da guerra, os deuses tinham aceitado que Decarius precisava ser mantido ocupado.Já naquela fase, com Grandes Deuses em campo, Odin já não estava satisfeito em matar em massa. Ele queria apagar a estrutura que permitia à humanidade se recuperar.


"Você mata um Grande Santo e, se a linhagem dele fica viva e inteira, você só compra tempo." O Curupira disse: "Você não encerra o problema."


“Zeus selava na matriz para impedir que o futuro produzisse outra Moira, outro Halfkor, outro Daren, outro Pemma. Não importava quem sobrevivesse escondido. Se a humanidade sobrevivesse, que sobrevivesse mutilada, incapaz de gerar, de novo, o tipo de força que colocou o panteão em risco.”


"Quando Moira caiu, eles não ficaram ali comemorando." O Curupira continuou: "Eles seguiram para o próximo alvo."


Ele explicou que o plano era simples e repetível. Identificar um Grande Santo, esmagar a resistência dele com força suficiente para impedir fuga ou reorganização, e então Zeus fazia a parte dele, selando na origem qualquer possibilidade de continuidade daquela linhagem.


"Derrotar era só metade do processo." O Curupira disse. "A outra metade era impedir que o planeta produzisse um substituto daqui a cem anos."


Ele então disse que, naquele período, Decarius já não era um planeta em guerra. Era um laboratório de extermínio. As lutas dos Grandes Deuses com os pilares humanos estavam varrendo o que sobrou da população, e a parte de Zeus estava varrendo o que sobrou de potencial.


"Tudo foi pensado com antecedência. Foi planejado com o mesmo cuidado com que alguém planeja erguer uma cidade. Só que o objetivo era o contrário." O Curupira explicou. E, naquela explicação, ele deixou claro que cada deslocamento daqueles era acompanhado por tropas do Reino da Luz e por ondas menores que ocupavam o espaço deixado para trás. A guerra se movia como uma doença: ela entrava em um lugar, destruía a capacidade de resposta, e saía deixando apenas morte e pânico.


"Enquanto eles faziam isso, Pemma continuava segurando o planeta como podia." O Curupira disse.


"Ele estava tendo que escolher onde não deixar o planeta morrer." O Curupira disse: "E isso é a pior escolha que existe, porque cada escolha é alguém morrendo em outro lugar."


Por mais absurdo que parecesse, o panteão estava preparado para continuar mandando Grandes Deuses para Decarius sempre que um ficasse disponível. A cada missão concluída em outro ponto do cosmos, mais uma mão vinha se juntar ao esmagamento. Odin não queria apenas a vitória. Odin queria uma saturação.


"Decarius virou um lugar onde nós podíamos despejar peso sem parar." O Curupira disse: "E isso era possível porque nós já tínhamos transformado o resto do universo em um grande cemitério."


Depois de dizer aquilo, o Curupira fez uma pausa curta, e quando ele voltou a falar, havia um peso diferente em sua voz: "Mas houve um ponto fora disso tudo…" 


Ele falou isso de um jeito diferente. Não mais como quem descreve uma logística de massacre, e sim como quem admite que, dentro do horror, existiu uma ruptura que ninguém tinha previsto, uma cicatriz que atravessou a guerra inteira e, para ele, virou a coisa mais marcante daquele período.


"Um planeta pequeno." O Curupira disse: "Pacífico."


“Aquele mundo não era alvo principal, não era um centro de cultivo, não era lugar de resistência. Era um planeta que, no mapa de risco, mal existia porque ele tinha pouca hostilidade, pouca tradição de guerra, poucas razões para chamar atenção.”


"E mesmo assim, um grupo de deuses foi enviado para lá." O Curupira disse.


Ele explicou o motivo de forma rasa, porque dava para entender que Odin queria olhos em todo lugar. Queria garantir que nada escapasse do incêndio. Porque a paranoia de Odin já tinha se transformado em ação. Se havia um canto do cosmos que ainda parecia intacto, aquilo era um risco, nem que fosse por puro simbolismo.


"Eles não foram enviados para atacar." O Curupira disse: "Foram enviados para monitorar."


“Na teoria, era só vigilância. Um grupo pequeno, uma presença discreta de observação. Nada que justificasse uma tragédia. Só que guerra total apodrece o que toca, e os deuses enviados para monitorar começaram a se comportar como se aquele mundo fosse deles.”


"Eles passaram dos limites." O Curupira disse: "E abusaram daquelas raças."


“Foi uma sequência de atos que só existe quando alguém tem poder desproporcional e sabe que não vai ser punido por ninguém. Raças pequenas, aldeias que nunca tinham visto o combate, criaturas que não sabiam nem o que pedir para sobreviver, sendo esmagadas por capricho e pela sensação de impunidade que a guerra criava.”


"Era um planeta que nem sabia que estava em guerra." O Curupira disse: "E foi tratado como se fosse um brinquedo."


Ele deixou claro que aquilo não era parte do plano de Odin. Odin queria monitorar, queria ver, queria manter a rede. Mas o panteão era grande, e dentro de uma guerra em que trilhões já tinham morrido, muitos deuses começaram a se permitir coisas que não teriam se permitido antes, como se a escala do massacre desse a eles uma licença total.


"E aí aconteceu algo que eu não vi em nenhum outro lugar." O Curupira disse e pausou por alguns segundos, como se a próxima frase fosse tão pesada de dizer que chegava a ser constrangedor.


"Para defender aquelas criaturas, uma garota humana matou todos eles." O Curupira finalmente falou, antes de expor outro absurdo: "Uma garota humana de apenas dezenove anos."




O ÚLTIMO HERDEIRO DA LUZ -UHL | NOVEL

© 2020 por Rafael Batista. Orgulhosamente criado com Wix.com

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